segunda-feira, 21 de junho de 2021

"Oh, como te amo! Como à luz do dia!" - Carolina Coronado


 

Oh, como te amo! Como à luz do dia!

 



Oh, como te amo! Como à luz do dia!


Teu nome invoco, apaixonada e triste,


e quando a noite veio, e tu partiste,


minha alma em ânsias ainda te pedia!




És para mim o tempo que me guia,


a ideia que ao meu pensamento assiste


porque em ti se concentra quanto existe:


a esperança, a paixão, minha poesia.




Não há canto que iguale em força e alento,


o teu amor, se sonhas e deliras;


num doce instante de arrebatamento...




Tremo ao ouvir-te. Se me olhas tu me inspiras!


E quisera exalar o último alento,


abrasada ao calor do ar que respiras.




Carolina Coronado



Divulgando o último livro do autor do blog Aqui


Segunda Manifestação Massiva Fora Bolsonaro


Saí de casa às 14h30 para o segundo ato de repúdio ao governo. As expectativas eram altas e em outras cidades do país a movimentação era grande, especialmente no Rio de Janeiro. Se os números fossem maiores do que o 29 de maio, seria possível falar em crescimento e expansão da oposição a Bolsonaro – até agora paralisadas. Sem as ruas, nenhuma solução política avançará, já que todas as instituições, incluindo os partidos, estão derretidos e por si não seguram nada. Mas o avanços de hoje colocam os problemas da próxima encruzilhada: o que faremos com essa força reencontrada? Retornar a um “normal republicano”? Aproveitar a onda e reformar radicalmente as relações sociais? Tudo isso aparece também na forma da questão de como lidar com “arrependidos” e “isentões”. Para ler o texto de Gavin Adams e ver inúmeras fotos das manifestações clique aqui


Leia "Dossiê 19J | Um mosaico multicor contra o fascismo" de Antonio Martins clicando aqui


Leia "A desdemocratização no Brasil" de Marcio Pochmann clicando aqui


Leia "O que Lula deu e Bolsonaro abocanhou" de Rosana Pinheiro-Machado clicando aqui


Leia "A teia bolsonarista nos porões da internet" de Flávio Freire clicando aqui


Leia "Mudou o patamar" de Rudá Ricci clicando aqui


Leia "Esquerda precisa de partidos fortes, não de partidos para carreiras individuais" de Antônio Augusto clicando aqui


Leia "Aos que ficaram" de Tatiane de Andrade clicando aqui


Leia "Lista: as seis mulheres reunidas na série 'Filósofas brasileiras'" de Vinicius Barros clicando aqui


Leia "'Na USP, hein?!'" clicando aqui


Leia "Tereza Campello desmonta mitos vendidos pela direita" clicando aqui


Leia "Futuro brasileiro: resta saber qual será o impacto da vacinação em massa e da recuperação econômica na política" Entrevista com Raul Nunes clicando aqui


Leia "Revista Educação, v. 44, n. 1 (2021" clicando aqui


Fim da máscara: "O rosto descoberto expressa os princípios sobre os quais se baseia a nossa civilização

 



Martin Steffens é coautor, com Pierre Dulau, de "Faire face. Le visage et la crise sanitaire", Éditions Première Partie, 2021 ("Resistir. O rosto e a crise sanitária", em tradução livre). É professor associado de filosofia, autor de numerosos ensaios e colunista. Para ler a entrevista de Martin Steffens clique aqui


Leia "Negação da ciência no Twitter ajuda a prever os próximos surtos de COVID-19" clicando aqui


Leia "A lógica da ação coletiva" de Barry Eichengreen clicando aqui


Leia "Qual o número ideal de horas para trabalhar todos os dias? Cinco" de Wired clicando aqui


Leia "A tarefa para a esquerda é transformar a emergência climática em uma crise para os seus responsáveis" de Andreas Malm clicando aqui


Leia "América Latina enfrenta risco de "inverno democrático"" de Oliver Stuenkel clicando aqui


Leia "Os filhos da revolução iraniana que lutaram para reformar o austero regime islâmico jogaram a toalha" de Ángeles Espinosa clicando aqui


Leia "O novo velho continente e suas contradições: O invencível poder das drogas" de Celso Japiassu clicando aqui


Leia "A parede de chips dos EUA está começando a ruir?" de Dave Makichuk clicando aqui


Simply Red - "Perfect Love" (Em Havana, Cuba) - Dois clips diferentes

 


Para assistir à interpretação de "Perfect Love" pelos Simply Red clique no vídeo aqui




Para assistir à interpretação de "Perfect Love" pelos Simply Red clique no vídeo aqui


Navegando pelo cinema

 



Para ter acesso ao ao conteúdo integral do livro "A psicologia vai ao cinema: o impacto psicológico da Sétima Arte em nossa vida e na sociedade moderna" (1067 págs.) de Skip Dine Young clique aqui



Cinema e Educação: O deslocamento poético do olhar na construção do conhecimento


O presente trabalho discute a importância histórica da experiência cinematográfica no campo educativo, desde a perspectiva instrumentalista de utilização das imagens fílmicas no campo das ciências sociais no início do século XX pelos etnólogos e historiadores europeus, passando pelas experiências, iniciadas nos anos 1930, do cinema educativo no Brasil, chegando aos tempos mais próximos dos dias atuais, quando surgem produções nas quais, a diluição das fronteiras entre o documental e o ficcional desafiam as instituições de ensino e o público em geral no entendimento das imagens não apenas como dados concretos e objetivos, mas a partir do seu potencial de poiesis, algo que escapa às injunções “racionais” do pensamento científico. Esse deslocamento poético será aqui explorado como via de acesso a dimensões outras da realidade na construção do conhecimento. Para ler o texto de Eloiza Gurgel Pires clique aqui



Golpes e golpistas na tela


O brasileiro 'Um Domingo de 53 Horas' e o turco 'O Anúncio' retratam o triste e o patético de democracias fragilizadas. Para ler o texto de Carlos Alberto Mattos clique aqui


Lênin e Che Guevara

 



Para ler a análise comparativa feita por Luiz Bernardo Pericás sobre a trajetória política dos dois líderes revolucionários clique aqui




Para ler o Prefácio de Osvaldo Coggiola,  autor ao livro recém-editado "Introdução à teoria econômica marxista" clique aqui




Para ler a Apresentação de Annabelle Bonnet sobre o livro recém-reeditado de Victor Neves clique aqui





Para ler o comentário de Jorge Fofano Junior sobre o livro "O marxismo ocidental: como nasceu, como morreu, como pode renascer", de Domenico Losurdo clique aqui






Neste artigo, as relações entre o poder e o Estado nos textos presentes na Microfísica do Poder são expostas. O poder é prática, é exercício, portanto, está num campo de possibilidades práticas, de estratégia e dominação. O poder é aquilo que acontece, não aquilo que pode acontecer: ele está no corpo, não pura e simplesmente na consciência. Percebe-se a preocupação de Foucault em demonstrar a viabilidade de uma pesquisa que não se concentra no Estado enquanto centro do poder e, ao mesmo tempo, sua denúncia das consequências improdutivas de um foco no poder político do Estado. Para ler o texto de Vinicius Siqueira clique aqui





Cabo Delgado: "Pior cenário é Moçambique transformar-se no Afeganistão"

 



O papel do FMI, do Banco Mundial, das multinacionais e das grandes potências estrangeiras em Moçambique, o sistema clientelista e a corrupção generalizada no país são alguns dos temas que abordámos nesta entrevista com Joseph Hanlon. Para lê-la clique aqui

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