quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Verdades e mitos sobre o filme "O jovem Karl Marx", de Raoul Peck


O jovem Karl Marx é um belo filme, realizado de maneira muito profissional por um admirável diretor de esquerda (o haitiano Raoul Peck) e com uma série de atores realmente bons. Ele abarca o período entre 1842, quando Marx era o editor-chefe da Gazeta Renana (Rheinische Zeitung), e início de 1848, quando fica pronto o Manifesto Comunista. O filme não foca apenas na amizade entre os dois rapazes, Karl Marx e Friedrich Engels, cujas teorias posteriormente tornaram-se enormemente influentes; ele trata também das relações desses dois homens com suas parceiras – Jenny von Westphalen e Mary Burns, respectivamente – e do importante papel que essas mulheres desempenharam. Comparado com algumas das produções mais antigas sobre Marx produzidas na União Soviética e na Alemanha Oriental, esse filme é, em qualquer aspecto, bastante superior. 
Para ler o texto completo de Michael Heinrich clique aqui


O capitalismo atual é incapaz de entregar o que promete

 

Como diz Benjamin, o presente aglutina o que foi conquistado pelas lutas sociais e a descoberta de novas chances para ação humana coletiva. 

Para ler o texto completo de Luiz Gonzaga Belluzzo clique aqui

Uma palavra por Lula

lula

No dia 24 estará em jogo não apenas o personagem, seus erros e acertos históricos. Num processo político, ele já está condenado. Mas seus acusadores já perderam a guerra da história.
Para ler o texto completo de Roberto Malvezzi clique aqui
Leia "Quem tem medo da prova?" de Leonardo Isaac Yarochewsky clique aqui
Leia "O "julgamento" de Lula e o cavalo de Tróia" de Sylvia Debossan Moretzsohn clique aqui
Leia "Entre parologismos e sofismas, as falácias de Moro" clique aqui



Facebook e seu novo algoritmo: a distopia total


Por que o novo algoritmo converte a rede social mais poderosa do mundo em algo que combina a vigilância total, de George Orwell, com o anestesiamento permanente, de Aldous Huxley?
Para ler o texto completo de Chris Taylor clique aqui

Cientistas também lutam contra as notícias falsas

Nave alienígena sobrevoando a Terra

Um estudo recente na França mostrou que 79% dos cidadãos acreditam em ao menos uma teoria da conspiração. 

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Racismo em 2017, um ano Negro?

'A ferida colonial ainda doi', de Jota Mombaça

Mais do que nunca antes no espaço público, pelas melhores e pelas piores razões, 2017 foi o ano em que mais se falou de racismo na sociedade portuguesa a partir da fala dos próprios sujeitos racializados. A violência policial sistemática contra negros e ciganos, a segregação habitacional que culmina nos despejos violentos sem alternativas e na precariedade das condições de habitabilidade, a exploração laboral que atinge mais violentamente as trabalhadoras dos serviços de limpeza, a exclusão da cidadania que mantém jovens que nasceram cá como estrangeiros no seu próprio país, a marginalização escolar que fustiga os jovens destas comunidades, fruto de um sistema educativo iniquo, uma lei de imigração que mantém na ilegalidade milhares de cidadãos presos nas malhas do poder discricionário do SEF e o ressurgimento despudorado de um discurso populista racista por parte de figuras políticas e culturais, acrescidos à ausência de participação política, são a face má desta história. 
Para ler o texto completo de Mamadou Ba clique aqui

Revista Educação e Emancipação v. 10, n. 4, Edição Especial 2017

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