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terça-feira, 13 de junho de 2023

O desmoronar de Kiev

 





A sorte das armas decidiu. O momento da verdade falou. A contra-ofensiva ucraniana falhou miseravelmente. O considerável armamento da OTAN não serviu para nada. O campo de batalha está juncado de cadáveres. Para nada. Os territórios que aderiram por referendo à Federação da Rússia permanecerão russos. Este «xeque-mate» não marca simplesmente o fim da Ucrânia como a conhecemos, mas da dominação ocidental que tinha apostado nas suas mentiras. O mundo multipolar poderá nascer este Verão por ocasião de várias cimeiras internacionais. Uma nova maneira de pensar na qual a força não fará mais lei. Para ler o texto de Thierry Meyssan clique aqui


Leia "Alfred McCoy: Pondo fim à guerra eterna de Putin na Ucrânia" clicando aqui


Leia "Tom Luongo: Deixar que a UE continue a pensar que pode ganhar é a melhor forma de a quebrar" clicando aqui


Leia "Hugo Dionísio: O 5G e o domínio do "multiverso"" clicando aqui


Leia "Andrew Korybko: A guerra de 165 bilhões de dólares" clicando aqui


Leia "Vladimir Kornilov: O início da contraofensiva ucraniana" clicando aqui


Leia "Conor Gallagher - A UE procura por zonas de sacrifício na "selva" para ajudá-la a sair da crise energética: Capítulo Norte da África" clicando aqui


Leia "David Goeßmann: A Fortaleza Europa tranca seus portões " clicando aqui


Leia "Berenice Bento: Oito laranjas" clicando aqui


Leia "Urariano Mota - Eric Hobsbawm: uma vida na história" clicando aqui


Leia "Manuel Castells: O mundo entrou em uma fase sem futuro" clicando aqui


Leia "Nuccio Ordine: Estamos mais conectados do que nunca... mas estamos sozinhos" clicando aqui


Leia "Massimo Ammaniti - Crianças vítimas de ansiedade: 1 em cada 4 sente-se mal. Os celulares? Depois dos 12 anos" clicando aqui

segunda-feira, 10 de outubro de 2022

Nobel de Literatura premia francesa Annie Ernaux

 





Sua obra, considerada feminista, trata de temas como aborto e erotismo e reinventa gênero autobiográfico. Para ler o texto de Christina Queiroz clique aqui







 Bruno Latour, rebelde transfronteiriço




Neste domingo, morreu o provocador antropólogo francês, que debruçou-se nas novas “tribos da modernidade”: cientistas e burocratas. Entre o rigor e a fantasia, a física e a ecologia, ele propôs olhar o planeta além das amarras antropocêntricas. Para ler o texto de Marino Niola clique aqui







 O último trabalho de Hobsbawm




Este mês completa 10 anos que o historiador socialista Eric Hobsbawm nos deixou. Aqui nos lembramos de seu último livro, Como mudar o mundo, que revê a trajetória do marxismo - obra se tornou mais urgente em meio à crise do capitalismo. Para ler o texto de Mike Beggs clique aqui

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Nos caminhos da História e da Filosofia

 





 O legado de Marx, segundo Hobsbawn




Em seu último livro, historiador morto há dez anos revê trajetória do marxismo. Emerge visão distante tanto da ortodoxia quanto dos que tentam pintar um Marx sem dentes. Obra parece ainda mais necessária em meio à crise do capitalismo. Para ler o texto de Mike Beggs clique aqui







 Jodi Dean e uma nova teoria do partido comunista 




Em "Multidões e partido", não é o retorno a formas organizativas passadas que se apresenta como solução aos dilemas atuais. Abre-se um debate sobre os limites das estruturas organizativas em moda, sobre a relação entre o indivíduo e a coletividade, a multidão e a luta de classes, tudo isso permeado pelo questionamento de quem poderíamos ser e vir a ser como partido revolucionário internacional em nosso tempo. Para ler o texto de Jones Manoel clique aqui









 O corpo em Michel Foucault




Me parece que há uma relação direta da noção de corpo em Michel Foucault com política, uma relação refinada, uma relação que se difere da maneira como entendemos o corpo sendo político, como entendemos a política nos atos cotidianos e na performance corporal. Para ler o texto de Vinicius Siqueira clique aqui


segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Muito mais que bucólicos "paraísos fiscais"

 



Autor de livro indispensável para entender finanças offshore sustenta: o sistema bancário das sombras não é marginal, nem restrito a gângsters e políticos corruptos. Ele funciona principalmente para as corporações transnacionais e ocupa o centro do capitalismo global. Para ler o texto de Nicholas Shaxson clique aqui


Leia "Pandora Papers: como os poderosos escondem sua riqueza" de Pelin Ünker Serdar Vardar clicando aqui


Leia "A manifestação do desejo constitui o limite externo absoluto do capitalismo" Entrevista com Jun Fujita Hirose clicando aqui


Leia "Guerra dos Chips: Washington deterá Pequim?" de Prabir Purkayastha clicando aqui


Leia "Conjecturas sobre o caso Evergrand" de Paulo Nogueira Batista Jr. clicando aqui


Leia "Crise energética e transições na China" de Elias Jabbour clicando aqui


Leia "EUA e UE ainda não estão na mesma página da China" de Urban C. Lehner clicando aqui


Leia "Sebastião Salgado: "A Terra só se salvará com mais árvores, mas o tempo para agir está se esgotando"" clicando aqui


Leia "Onde Seaspiracy acerta sobre a exploradora indústria da pesca" de Spencer Roberts clicando aqui


Leia "A história perdida do computador socialista estilo "faça-você-mesmo"" de Michael Eby clicando aqui


Leia "Nove anos sem a irreverência de Eric Hobsbawn" de Urariano Mota clicando aqui


terça-feira, 6 de outubro de 2020

Uma visita aos últimos anos da vida de Marx

 


Livro de Marcello Musto apresenta uma “biografia intelectual” dos três anos finais de Karl Marx, resultado da análise de milhares de páginas de material não publicado, mostrando como o revolucionário alemão manteve até o fim o espírito crítico, mesmo em relação às suas próprias ideias. Para ler o texto de Luís Leiria clique aqui


SEIS VÍDEOS - David Harvey discute alguns dos principais temas de seu livro mais recente sobre Marx e o capital no século XXI



O geógrafo marxista discute alguns dos principais temas de seus livros mais recentes, A loucura da razão econômica e Os sentidos do mundo em conversa com seu tradutor Artur Renzo. Para acessar os seis vídeos clique aqui



Eric Hobsbawm


Comentário de Ugo Rivetti sobre a biografia do historiador pode ser lido clicando aqui


A equação comunismo=nazismo 


A assimilação do comunismo ao nazismo é um postulado básico do pensamento quase único neoliberal. Para ler o texto de João Quartim de Moraes clique aqui







sábado, 13 de junho de 2020

Hobsbawm nas margens


A historiografia do marxismo costuma imaginar um pensamento essencialmente europeu se espalhando pelo mundo. No entanto, como demonstra o trabalho de Eric Hobsbawm, os avanços revolucionários na “periferia” podem remodelar profundamente o próprio pensamento dos marxistas ocidentais. 
Para ler o texto de Emile Chabal clique aqui

Leia "Richard Sennett: "O liberalismo enfraqueceu nossa rede de salvação" clicando aqui

Leia "O tempo da ciência" de Hugo Aguilaniu clicando aqui

Leia "A ideologia bélica que sustenta os ataques da polícia contra manifestantes" de Ryan Devereaux clicando aqui

Leia "Camden, a violenta cidade dos EUA que reformou sua polícia e reduziu a criminalidade" clicando aqui

Leia "Entrevista: Jorge Carrión discute Amazon e o mercado de livros pós-pandemia" clicando aqui

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Eric Hobsbawm vermelho

Cabeçalho

Uma nova e digna biografia do falecido historiador Eric Hobsbawm mostra o fervoroso comunista no cadinho do século XX. 

segunda-feira, 15 de abril de 2019

A Era de Hobsbawm

(Pantheon)

Nas últimas semanas de 1954, Eric Hobsbawm e um pequeno grupo de historiadores britânicos partiram em uma viagem amistosa a Moscou. Era uma época estranha para se visitar a União Soviética, e ainda mais estranha para um comunista ansioso para ver as conquistas de um socialismo que realmente existia. Stalin tinha morrido no ano anterior, e seu corpo jazia embalsamado em uma caixa de vidro na Praça Vermelha. Depois de uma feroz luta pelo poder, Khrushchev tinha conquistado o controle do governo, mas as intrigas abundavam. Beria, o líder dos serviços de segurança há muito tempo, tinha sido julgado e executado secretamente. Molotov e Malenkov, defensores inabaláveis do velho regime, estavam de saída. Dezenas de milhares de prisioneiros, soltos depois da morte de Stalin, estavam saindo do gulag com histórias de terror sobre fome e tortura. 
Para ler o texto completo de David Marcus clique aqui

Leia "A Síndrome de Babel e a nova doutrina de segurança dos EUA" de José Luis Fiori clicando aqui

Leia "A montanha de dívidas privadas das empresas estará no âmago da próxima crise financeira" de Eric Toussaint clicando aqui

Leia "O que é ser de esquerda?" clicando aqui

Leia "O que é ser de direita" de Francisco Fonseca clicando aqui

Leia "Faz sentido falar em socialismo hoje?" de Catarina Príncipe e João Mineiro clicando aqui

Leia "O dia em que a Terra parou" de Peter Moon clicando aqui

Leia "Impressão 3D já ajuda a planejar cirurgias e a criar próteses sob medida no país" de Elisa Martins clicando aqui

Leia "A vida dos moderadores de conteúdo que assistem a crimes e violência" de Lílian Cunha clicando aqui

Leia "Morreu a actriz Bibi Andersson, presença magnífica no cinema de Bergman" de Luís Miguel Oliveira e Lucinda Canelas clicando aqui

Leia "As mentiras da História oficial" de Léa Maria Aarão Reis clicando aqui


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

"A era dos Extremos" – Eric Hobsbawm

Baixar Livro A Era dos Extremos - Eric J. Hobsbawm em PDF, ePub e Mobi

O século XIX foi um período marcado, de modo geral, pela solidez das certezas, de métodos, de dialéticas. De certa forma, cada área do conhecimento tinha seu deus, seu totem intocável. Os cientistas, por exemplo, acreditavam no progresso tecno-científico; os capitalistas, nas vantagens da expansão industrial, da desregulamentação; os românticos ufanistas, no valor da pátria e dos sentimentos nacionais; os socialistas, na construção do socialismo como solução para todos os problemas sociais. Até mesmo no âmbito da filosofia, muitos pensadores continuavam confiantes no poder da razão para resolver os dilemas do mundo e as as questões metafísicas inerentes a eles, mesmo diante de críticas. 
Para ler o texto completo de Henrique Filgueiras clique aqui


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Um epitáfio para Hobsbawm

O sociólogo Demétrio Magnoli brinda-nos com duas aparições na edição da Folha de S.Paulo do dia 10/10/2012. Na primeira, um texto de três colunas intitulado “O esqueleto que sorri”, afirma que o autor de Age of extremes (the short twentieth century: 1914-1991) “falsifica a história para absolver Stalin”. Resume o articulista, a “versão” de Eric Hobsbawm sobre a 2ª Guerra “foi aquela fabricada em Moscou”, afirmação, esta sim, capaz de fazer sorrir outros esqueletos, mortos ou vivos, porque bem ao agrado daquela direita que anunciou o fim da história com a queda do muro de Berlim. Na segunda aparição, ouvido a propósito do julgamento de José Dirceu (“repercussão”, coluna à direita), o sociólogo oferece o seu ponto de vista: “O STF decidiu aplicar a lei, que não exige atos de ofício, documentos assinados, gravações para se condenar”. E afirma sua jurisprudência: “Essas exigências têm como fim assegurar a impunidade de poderosos”. A crítica raivosa e a opinião sobre o julgamento têm em comum a marca da simplificação catequista. Para ler o texto completo de Beatriz Vargas Ramos clique aqui

terça-feira, 2 de outubro de 2012

ERIC HOBSBAWM: “Como mudar o mundo”

Última obra de Eric Hobsbawm debateu Marx — que via na arte, mais que no trabalho, essência da atividade humana.
Para ler a resenha do último livro de Eric Hobsbawm escrita por Terry Eagleton clique aqui

Lembrança e legado de Eric Hobsbawn

Se Eric Hobsbawm tivesse morrido há 25 anos atrás, os obituários o descreveriam como o historiador marxista britânico mais notável e acabariam mais ou menos aí. Mas ao morrer agora, aos 95 anos, ele atingiu uma posição única na vida intelectual de seu país. Nos últimos anos, tornou-se o historiador britânico mais respeitado de qualquer tipo, reconhecido (se não aprovado) tanto pela esquerda quanto pela direita, e um dos poucos historiadores de qualquer era a desfrutar reconhecimento nacional e internacional genuíno.
Para ler o texto completo de Martin Kettle e Dorothy Wedderburn clique aqui

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

ERIC HOBSBAWN: O socialismo fracassou, agora o capitalismo faliu; o que virá a seguir?

Em 10 de abril de 2009, o historiador Eric Hobsbawm, morto nesta segunda (1º de outubro de 2012), publicou no jornal britânico "The Guardian" um texto na esteira da crise financeira internacional eclodida em 2008.
Para ler o texto publicado na Folha de S. Paulo clique aqui

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Como mudar o mundo, novo livro de Hobsbawm

Após se sentir parte da geração com a qual se extinguiria o marxismo da vida política e intelectual do ocidente, as crises financeiras, a espiral conflitiva do capitalismo e as mudanças na América Latina deram a Eric Hobsbawm, aos 94 anos, a alegria de voltar a Marx. Em seu novo livro, que tem o sugestivo título "Como mudar o mundo", o historiador refuta com sua habitual lucidez as más interpretações, arquiva os preceitos que envelheceram e utiliza as ferramentas oferecidas pelo autor de "O Capital" para entender o mundo no século XXI e fazê-lo um lugar melhor.
Para ler o artigo completo de Fernando Bogado clique aqui...

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