sábado, 4 de abril de 2020

"Do poema" - Casimiro de Brito

Função poética da linguagem - Português - Colégio Web


Do poema

O problema não é
meter o mundo no poema; alimentá-lo
de luz, planetas, vegetação. Nem
enriquecê-lo, ornamentá-lo
com palavras delicadas, abertas
ao amor, à morte, ao corpo
nu dos amantes —

o problema é torná-lo habitável
a quem seja mais pobre
mais só
do que as palavras acompanhadas
do poema.


Casimiro de Brito

Bolsonaro aposta no caos para impor medidas autoritárias, alerta Valdete Souto Severo


Após o governo federal editar a Medida Provisória 927 alterando regras trabalhistas para o enfrentamento do coronavírus no Brasil, uma série de entidades de profissionais que atuam na área do Direito Trabalhista e em defesa dos trabalhadores divulgaram uma nota alertando para o risco de um golpe de estado estar em curso no Brasil, uma vez que, com as medidas excepcionais que estava implementando, o presidente Jair Bolsonaro estaria apostando no “caos social”. A medida mais criticada da MP 927 era a autorização para a suspensão de contratos de trabalho por um período de quatro meses sem remuneração. Diante da repercussão, Bolsonaro recuou da medida no dia seguinte. Para entender os motivos que levam as instituições a alertarem para a possibilidade de Bolsonaro promover uma ruptura autoritária aproveitando o avanço da epidemia de coronavírus pelo País entrevistamos Valdete Souto Severo juíza do trabalho e integrante da Associação Juízes para a Democracia, uma das entidades signatárias, 
Para ler sua entrevista clique aqui

Leia "Os possíveis desdobramentos sobre a presença dos militares no poder" de  Ana Penido, Jorge M. Rodrigues e Suzeley Kalil Mathias clicando aqui

Leia "Covid-19 expõe a escolha política da concentração de renda" de Cesar Calejon clicando aqui

Leia "Coronavírus e o bolso: "Ninguém que está vivo no Brasil hoje viu algo tão sério"" de Ciro Barros, Rafael Oliveira, Raphaela Ribeiro e Thiago Domenici clicando aqui

Leia "Quem sabe faz a hora" de Marilena Chauí clicando aqui

Leia "A estratégia da pinça" de Paulo Carpel Narvai clicando aqui

Leia "O gás ou a comida" de Luana Almeida clicando aqui

Leia "Bilionários do Brasil se mostram indiferentes à pandemia" de Tereza Cruvinel clicando aqui

Leia "Não foi você - Uma interpretação do bolsonarismo" de Bruno Carvalho clicando aqui

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Leia "Coronavírus: desprezo da Ciência e Tecnologia pelo Governo Federal" de Wanderley de Souza clicando aqui

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Leia "Onde vai parar a riqueza do pré-sal?" de João Soares e Felipe Salgado clicando aqui

Leia "Redução de salários por MP é inconstitucional e agrava crise econômica" de Fabiana Futema clicando aqui

Leia "Coronavírus e agricultura: a realidade de quem coloca a comida no seu prato" de Juliana Fronckowiak Geitens clicando aqui

Leia "Vítimas do coronavírus são alvos de ódio digital" de Ethel Rudnitzki e Laura Scofield clicando aqui

Leia "Amor e revolução" de Marina Amaral clicando aqui

Leia "Literatura periférica, borbulhante e singular" de Eleilson Leite clicando aqui

O vírus soberano

Outdoor italiano conclama à luta contra o vírus: embora tenha se atrasado na reação à pandemia, a Itália decidiu proteger a saúde da população mesmo à custa da estabilidade econômica

A pandemia coloca em questão a política do medo na democracia atual. 
Para ler o texto de Donatella Di Cesare clique aqui

Leia "Psicanálise em tempos de peste" de Jamieson Webster clicando aqui

Leia "Pandemia de coronavírus coloca em evidência desigualdade urbana e social no mundo" de Natália Lélis clicando aqui

Leia "Na pandemia, fermenta o Comum" de George Monbiot clicando aqui

Leia "O dinheiro dos helicópteros é a resposta à crise econômica que se avizinha" de Frances Copolla clicando aqui

Leia "Ciência em tempo de covid-19" de Antonio José Silva Oliveira e Thina Clicia Mendonça Oliveira clicando aqui

Leia "COVID-19 pôs em evidência a fragilidade de nossas economias" de Guy Ryder clicando aqui

Leia "A China estende a Rota da Seda da Saúde" de Pepe Escobar clicando aqui

Leia "Coronavírus começou na China, mas a Europa foi polo do contágio global" de Joe Penney clicando aqui

Leia "Estados Unidos sofrem vaga de despedimentos sem precedentes, Europa opta pelo lay-off" clicando aqui

Leia "O patrimônio de Trump cai US$ 1 bilhão pelo impacto do coronavírus em seus negócios" de Dan Alexsander clicando aqui

Leia "Exército dos EUA alertou no início de fevereiro que o coronavírus poderia matar 150.000 norte-americanos" de James LaPorta e Spencer Ackerman clicando aqui

Leia "Cálculos da Casa Branca indicam que pandemia resultará em até 240 mil mortes nos EUA" de David Brooks clicando aqui

Leia "Em plena pandemia, face do capitalismo é refletida nas ameaças de Trump à Venezuela" de Stella Calloni clicando aqui

Leia "Trump pode usar o coronavírus para guerra contra o Irã" de Mehdi Hasan clicando aqui

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Dino D'Santiago & Julinho KSD - "Kriolu"

Dino D'Santiago - Kriolu feat. Julinho KSD [Official Video] - YouTube

KRIOLA” é o novo álbum de Dino d’ Santiago, depois do sucesso do anterior álbum “Mundu Nôbu”. Mais uma vez, o artista volta às raízes cabo-verdianas ou portuguesas, mas com um apelo global, nesta edição surpresa. Este novo álbum, criado entre Londres e Lisboa, com canções de voz envolvente, filtros eletrônicos e ritmos como o batuque ou o funaná. Os ritmos explorados levam-nos até Santiago, em Cabo Verde, de Lisboa, de Londres, Lagos, na Nigéria, ou de Luanda. O autor assume que ‘KRIOLA’ é o seu álbum mais ativista, onde a Morabeza da linha de Sintra, fixa que o crioulo é a segunda língua mais falada na capital portuguesa e ainda assim, as mães negras continuam a chorar por equidade, enquanto gritam “Nhôs Obi”! Ao mesmo tempo, os jovens de hoje furam os preconceitos, e é na rua que nos provam diariamente que “nu ta mistura, Nôs tudo eh Kriolu!”, relembrando-nos o verdadeiro significado da palavra “Crioulo”, que é não mais que, o resultado da mistura. “Branco ku Preto, um gerason di Oru”, transpiram em uníssono, vibrando com um som que só a nós e a todos pertence.
Para assistir à interpretação de “Kriolu na voz de Dino D'Santiago clique no vídeo aqui

A arte de Alexey Kondakov

Clássico e moderno!

Já imaginou as imagens de arte clássica, do período romântico e renascentista, no cotidiano dos dias atuais? Pois foi justamente isso que pensou o artista ucraniano Alexey Kondakov. Ele fez uma série de fotos muito interessantes, uma espécie de colagem, recortes de imagens retiradas de pinturas clássicas e as inseriu em cenários atuais, urbanos, e muito bem contextualizados. Confira!

Anjos no metrô
Clássico e moderno!

Uma celebração inusitada
Clássico e moderno!

Mais anjinhos espalhados pela cidade...
Clássico e moderno!

Imagine entrar no ônibus e ver essa imagem?
Clássico e moderno!

Tão real que parece que estão ali mesmo
Clássico e moderno!

Pausa para um café
Clássico e moderno!

Um anjinho solitário no ônibus
Clássico e moderno!

Que tal dar uma moeda para esse tocador de harpa?
Clássico e moderno!

Casal romântico no metrô
Clássico e moderno!

Solitária
Clássico e moderno!

O que esse menino está fazendo?
Clássico e moderno!

Parece que estão fazendo um piquenique no meio da rua...
Clássico e moderno!

Pensativo no ônibus
Clássico e moderno!

Melancolia
Clássico e moderno!

Os anjinhos ajudam a vender as cerejas!
Clássico e moderno!

Parece que eles saíram furiosos do bar
Clássico e moderno!

A mãe e os filhinhos no ônibus
Clássico e moderno!

Relaxando no jardim na companhia de um anjinho
Clássico e moderno!

O coronavírus não suspendeu a política - revelou a natureza do poder

Ilustração de BEN JENNINGS

Em um bloqueio, podemos ver que a essência da política ainda é o que Hobbes descreveu: algumas pessoas dizem aos outros o que fazer. 
Para ler o texto de David Runciman clique aqui

Não voltaremos ao normal porque o normal era o problema


É difícil lembrar que apenas algumas semanas atrás o planeta estava em movimento. Houve protestos em Deli (Índia) e Quito (Equador), protestos contra a velha ordem que iam da raiva às políticas econômicas de austeridade e do neoliberalismo à frustração com as políticas culturais de misoginia e racismo.
Engenhosamente, em Santiago (Chile), alguém projetou um poderoso slogan na lateral de um prédio: “não voltaremos ao normal, porque o normal era o problema”. Agora, no meio do novo coronavírus, parece impossível imaginar um retorno ao mundo anterior, um mundo que nos desamparava mesmo antes da chegada dessas partículas microscópicas mortais. Ondas de ansiedade prevalecem; a morte continua nos perseguindo. Se existe um futuro, dizemos um ao outro, ele não pode imitar o passado. 
Para ler o texto de Vijay Prashad clique aqui


sexta-feira, 3 de abril de 2020

"Silêncio e palavra" - Thiago de Mello

Brisa & Ventania


Silêncio e palavra

A couraça das palavras
protege nosso silêncio
e esconde aquilo que somos.
Que importa falarmos tanto
apenas repetiremos.
Ademais, nem são palavras.
Sons vazios de mensagem,
são como a fria mortalha
do cotidiano morto.
Como pássaros cansados,
que não encontraram pouso
certamente tombarão.
O tempo madura a fruta,
turva o fulgor da esperança.
Na suavidade da treva
urde o resplendor da rosa.
Mas não ensina a palavra
de pétalas de esmeralda
que o homem noturno espera
florescer da nossa boca.
Se mãos estranhas romperem
a veste que nos esconde,
acharão uma verdade
em forma não revelável.
(E os homens têm olhos sujos, não podem ver através)
Chegará quem sabe o dia
em que a oferenda dos deuses
dada em forma de silêncio,
em palavras transformaremos.
E se por ventura a dermos
ao mundo, tal como a flor
que se oferta – humilde luz –,
teremos então cumprido
a missão que é dada ao poeta.
E como são onda e mar,
seremos homem e palavra.

Thiago de Mello

Um autêntico manifesto ético-estético em louvor da vida, bem como um alerta – cheio de esperanças – na condição humana da palavra face aos horrores do mundo e o registro do silêncio, por meio de sua ambiguidade.

O manifesto pela renúncia


O dano cultural, social, econômico, espiritual, moral e agora sanitário que a farsa política deste governo vem causando ao país e sua imagem não tem paralelo na história brasileira. 
Para ler o texto de Flavio Aguiar clique aqui

Leia "Movimentos sociais lançam propostas para enfrentar crise do Covid-19 e pedem saída de Bolsonaro" de Bia Barbosa clicando aqui

Leia "Bolsonaro e seus robôs: como funciona a propagação de fake news sobre coronavírus" de Marina Duarte de Souza clicando aqui

Leia "Brasil: Mídia golpista perde de vez a vergonha e abre caminho para o fascismo miliciano" de Paulo Cannabrava Filho clicando aqui

Leia "Jair Bolsonaro e Donald Trump no espelho: o narcisismo dos ressentidos" de Luiz Gonzaga Belluzo clicando aqui

Leia "Jair Bolsonaro: um perigo para os brasileiros" clicando aqui

Leia "Epidemias e a queda do céu" de Angela Pappiani clicando aqui

Leia "Isolamento social em tempos de pandemia torna a casa ainda mais perigosa para a mulher" Entrevista com Jacqueline Pitanguy clicando aqui

Leia "Pandemia implodirá a Segurança Pública?" de Almir Felitte clicando aqui

Leia "Contra a pandemia, a opção solidária" clicando aqui

Leia "Governo não sabe o que é um pobre ou a economia real" Entrevista com Marcio Pochmann clicando aqui

Leia "Covid-19: o Brasil vai finalmente tributar seus ricos?" de Chantal Rayes clicando aqui


Coline Serreau : O mundo está de cabeça pra baixo, mas começa a pôr as ideias no lugar

Coline Serreaus na SACD em 3 de dezembro de 2019 (SACD/LNFHOTOGRAPHERS)

O governo enfrenta a epidemia da melhor maneira possível... Mas as posturas bélicas são muitas vezes ineficazes diante das forças da natureza. Os vírus são seres poderosos, capazes de modificar nosso genoma, vamos tratá-los, se não com respeito, pelo menos com modéstia.
Para ler o texto de Coline Serreau clique aqui

Leia "Crise do coronavírus: o colapso iminente" de Tomasz Konicz clicando aqui

Leia "A Quarentena, o desencanto e os homens de gravata" de Claudio Medeiros e Victor Galdino clicando aqui

Leia "Os desequilíbrios sociais do contágio" de Carlo Petrini clicando aqui

Leia "A epidemia ensina que a chave para resolver problemas são os nossos comportamentos" Entrevista com Leonardo Becchetti clicando aqui

Leia "A corrida pelo desemprego e a terceira revolução digital" de Federico Rampini clicando aqui

Leia "2020: o ano zero de uma nova sociedade" de David Barrado Navascués clicando aqui

Leia "Decrescimento, uma alternativa" de Iosu Perales clicando aqui

Leia "Neoliberalismo contaminado" de Michel Husson clicando aqui

Leia "O panóptico do coronavírus rastreia seus contatos" de Matilde Sánchez clicando aqui

Leia "Poder, igualdade, nacionalismo: como a pandemia remodelará o mundo" de Simon Tisdall clicando aqui

Leia "''Ondas do mesmo mar'': Poesia e diplomacia no surto do coronavírus" de  Egas Moniz Bandeira clicando aqui

Pink Floyd - "The Great Gig In The Sky"

Pink Floyd - The Great Gig In The Sky (PULSE Restored & Re-Edited ...
Pink Floyd - Breathe (In The Air) [PULSE Restored & Re-Edited ...

Filmado ao vivo em 20 de outubro de 1994 em Earls Court, Londres, Reino Unido. Restaurado e reeditado em 2019 a partir das gravações originais e colocado na internet em abril de 2020. 
Para assistir à interpretação de "The Great Gig In The Sky" pelos Pink Floyd clique no vídeo aqui

Filmes para desembrutecer o coração


Uma seleção de cenas para iluminar os dias e noites de confinamento — e apostar em saídas para a crise planetária. Epifanias profanas e estados de graça — sem resvalar para autoajuda –, de cineastas como Fellini, Kubrick e Almodóvar. 
Para ver a seleção de José Geraldo Couto clique aqui



10 filmes e documentários para assistir durante a quarentena do coronavírus 

Em tempos de isolamento social, é importante nutrir o corpo e a mente e, quem sabe, mudar comportamentos. Selecionamos alguns filmes sobre questões ambientais sensíveis que nos fazem refletir sobre como melhorar a nossa relação com o planeta. 
Para ver a seleção do Greenpeace clique aqui

(Arte/Carta Maior)

Cinema em casa em tempos de coronavírus (IV) 

Amenizar a solidão e a mesmice trazidas pelo regime de quarentena e o consequente confinamento obrigatório é necessário. (Que os genocidas do Planalto se calem e se retirem.) Criar e estabelecer uma nova rotina para as próximas semanas também. A companhia de filmes de diversas origens e com temas variados pode ajudar a aproveitar esse tempo inquietante e incerto de agora com lazer e reflexão. 
Para ver a seleção de Léa Maria Aarão Reis clique aqui



Nós, os confinados

Lançado na plataforma Vimeo, 'Me Cuidem-se - Um Filme-processo' sai na frente para refletir - em ambos os sentidos - sobre nossa vida no isolamento social. 
Para ler o texto de Carlos Alberto Mattos clique aqui

Tempos modernos", de Charles Chaplin, ainda tão atual

"Tempos Modernos" (1936) de Charlie Chaplin 

Um operário de uma linha de montagem, que testou uma "máquina revolucionária" para evitar a hora do almoço, é levado à loucura pela "monotonia frenética" do seu trabalho. Após um longo período em um sanatório ele fica curado de sua crise nervosa, mas desempregado. Ele deixa o hospital para começar sua nova vida, mas encontra uma crise generalizada e equivocadamente é preso como um agitador comunista, que liderava uma marcha de operários em protesto. Simultaneamente uma jovem rouba comida para salvar suas irmãs famintas, que ainda são bem garotas. Elas não tem mãe e o pai delas está desempregado, mas o pior ainda está por vir, pois ele é morto em um conflito. A lei vai cuidar das órfãs, mas enquanto as menores são levadas a jovem consegue escapar.
Para ver o filme (1:26h) clique no vídeo aqui

Metropolis (1927) - [HD] Legendado completo (Multi sub) - YouTube

"Metropolis" (1927) de Fritz Lang 

“Metropolis” é um filme alemão de ficção científica lançado em 1927 e dirigido pelo cineasta austríaco Fritz Lang. Foi, na época, a mais cara produção até então filmada na Europa, e é considerado por especialistas um dos grandes expoentes do expressionismo alemão.
Em 2026 (100 anos após a produção do filme), ricos industriais governam a grande cidade de Metropolis da torre de complexos arranha-céus, enquanto uma classe inferior de trabalhadores e moradores subterrâneos trabalham constantemente para operar as máquinas que fornecem seu poder.
Para ver o filme (2:30h) clique no vídeo aqui


Capital, pandemia e os papéis do feminismo


Ultraliberais querem decidir quem vive ou morre. A maioria — com raça, gênero e classe social segregadas — amarga o medo e a exclusão. É a necropolítica, descrita pelo filósofo Achile Mbembe. Mas brecha da mudança foi aberta… 
Para ler o texto completo clique aqui

A distopia da aceleração está a caminho?


Pandemia é laboratório para antigo plano das corporações do Vale do Silício: a massificação da educação e trabalho à distância. Com a vida mediada pelas plataformas digitais, aumenta o perigo de vigilância e superexploração do tempo. 
Para ler o texto de Rafael Evangelista clique aqui

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