sexta-feira, 29 de maio de 2020

"Mãos de hoje que foram de sempre" - Adão Cruz

Mãos de hoje que foram de sempre – poema de Adão Cruz | A Viagem ...


Mãos de hoje que foram de sempre

Na noite que já não é noite de madrugadas
perpassa em doce silêncio por entre os dedos dormentes
uma brisa dolente
esquecendo as mãos na paz adormecida.
Por entre os frágeis dedos da quietude e do silêncio
vagueia agora em suave melancolia
o magro regato da secura da vida
arrastando em seu leito rugoso
a triste canção de um tempo sem cor nem movimento.
O lento gesto do abrir destas mãos de tantos anos vividas
cai agora em pesado silêncio por entre as malhas da sombra
no impiedoso vazio das mãos cheias de nada.
Foi-se embora a madrugada das manhãs perdidas
no tempo em que o sol sorria entre os sonhos
e as mãos cantavam a força da vida
com ondas do mar por entre os dedos frementes.
No penoso abrir e fechar de mãos
deste plangente gesto do fim do dia
feito canção de tão gélido silêncio
apenas a saudade se aninha em negro fundo
para morrer sozinha.

Adão Cruz

A reunião ministerial e o nazismo à brasileira: uma crônica sobre a gramática do governo Bolsonaro

Imagem do vídeo de reunião ministerial com o presidente Jair Bolsonaro Foto: Reprodução / Agência O Globo

As hemorroidas do governo são a parte cômica de um encontro que desnuda por completo a república bolsonarista, expondo uma lógica de crueldade e loucura nunca antes vista no Palácio do Planalto. 
Para ler o texto de Michel Gherman clique aqui

Leia "Como não morrer de Bolsonaro" de Edson Athayde clicando aqui

Leia "Bolsonaro sofre: ignorância, truculência e baixa autoestima roem-lhe a alma" de Reinaldo Azevedo clicando aqui

Leia "Um alerta para um genocídio em marcha" de Caio Magri clicando aqui

Leia ""Quanto maior o colapso do governo, maior a virulência da guerra cultural", diz pesquisador da Uerj" de Ciro Barros clicando aqui

Leia "Tempestade Perfeita: acúmulo de crimes exige que TSE casse a chapa Bolsonaro-Mourão" de Paulo Cannabrava Filho clicando aqui

Leia "Quem é o chefe do serviço paralelo de informação de Bolsonaro" de Thiago Bronzatto clicando aqui

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Leia "Exército censura 'isolamento social' e 'distanciamento social' em comunicados sobre coronavírus" de Tatiana Dias clicando aqui

Leia "A pandemia acelerou o mundo em uma década e o "novo" preocupa, pois não é necessariamente algo bom" Entrevista com Marcelo Chiavassa  clicando aqui

Assista ao "VÍDEO- Atila Iamarino: O Mundo Pós-Pandemia: Saúde e Prevenção" clicando aqui

Leia "Mega invasão do garimpo em terras indígenas" de Vasconcelo Quadros clicando aqui

Leia "Mano Cobra lança música sobre coronavírus: 'Isolamento social sempre existiu na periferia'" clicando aqui

O capitalismo em todos os seus estados

(Stephanie Keith/Getty Images/AFP)

A retórica do "dia seguinte", sugerindo o advento de um mundo revivido pela crise da saúde, mascara, cada vez mais, a extrema brutalidade da realidade que se desenha. No horizonte, deslocalizações, uma 'uberização' em marcha forçada, uma ecologia em liquidação e uma boa dose de autoritarismo para sustentar um sistema capitalista em crise. 
Para ler o texto de Bruno Odent clique aqui

Leia "Os especuladores da Covid-19 estão faturando alto" de Amber Colón Núñez clicando aqui

Leia "Os privilegiados e os poderosos na pandemia" de Robert Reich clicando aqui

Leia "A autofagia do capital" de Eliziário Andrade clicando aqui

Leia "Pegando fogo desta vez" de John Bellamy Foster clicando aqui

Leia "As direitas atuais não guardam relação alguma com a verdade e a ética" Entrevista com Jorge Alemán clicando aqui

Leia "Somos loucos por demasiada razão" Entrevista com Rémy Brague clicando aqui

Leia "Marxismo Cultural e outras ''fake news''" de Joana Mortágua clicando aqui

Leia "Campanha pelo Nobel da Paz para médicos cubanos cresce ao redor do mundo" de Lu Sudré clicando aqui

Leia "Redução da poluição no ar durante pandemia convida à mudança de comportamento social" de Sandrah Guimarães clicando aqui

Leia "Mais de 165 mil pessoas participaram de uma consulta sobre o "mundo pós-pandemia"" de Audrey Garric clicando aqui

Leia "Vemos muito bem que o milagre da Inteligência Artificial não é para nós, mas para a indústria" Entrevista com Éric Sadin clicando aqui

Leia "Coronavírus: a reabertura frustrada no Chile é uma lição para os vizinhos" clicando aqui

Leia "''America, Sacco e Vanzetti não podem morrer''" de Léa Maria Aarão Reis clicando aqui

Leia "Cinemas Pós-Coloniais e Periféricos" de Michelle Sales clicando aqui

Isabelle Boulay - "Parle-moi"

PARLE-MOI (TRADUÇÃO) - Isabelle Boulay - LETRAS.MUS.BR

Para assistir à interpretação de "Parle-moi" na voz de Isabelle Boulay clique no vídeo aqui

É oficial: os EUA têm mais de 100 mil mortos por coronavírus. E o sangue deles está nas mãos de Trump

Lily Sage Weinrieb se prepara para transportar um caixão após um velório em 5 de maio de 2020, na cidade de Nova York.

É OFICIAL: Donald Trump agora tem o sangue de 100 mil pessoas em suas pequenas mãos.
Na quarta-feira, a contagem de vítimas do coronavírus nos Estados Unidos ultrapassou a marca de 100 mil, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.
Cem. Mil. Pessoas.
É difícil compreender a enormidade, o puro horror desse número de seis dígitos. Para contextualizar, são mais pessoas do que “já morreram em um único ano de Aids, overdose de drogas, violência com armas de fogo ou acidentes de carro nos EUA”. São mais americanos mortos do que “em sete décadas nas guerras da Coreia, do Vietnã, do Golfo, do Afeganistão e do Iraque”. É 33 vezes o número de pessoas que morreram no 11 de setembro.
A seguir, a marca da Primeira Guerra Mundial. Em questão de dias, o número de mortes pelo coronavírus vai ultrapassar o número de mortes militares dos EUA (116.516) da Grande Guerra. Essas vidas foram perdidas ao longo de mais de 19 meses — em comparação com menos de quatro meses agora.
Não precisava ser assim — porque a grande maioria dessas mortes podia ser evitada. 
Para ler o texto de Mehdi Hasan clique aqui


Os 100.000 mortos dos Estados Unidos: assim fracassou o país mais poderoso do mundo 

A liderança errática de Trump, os alertas ignorados durante meses e a falta de recursos levaram ao limite uma apagada potência americana, que já ultrapassaram a simbólica cifra dos seis dígitos. 
Para ler o texto de Amanda Mars e Pablo Guimón clique aqui

127 Universidade Declinio Rana Foroohar Coronavírus faz explodir a bolha do ensino superior americano

EUA: Coronavírus faz explodir a bolha do ensino superior americano 

As bolhas estão a rebentar por todo o lado e a exportação mais prestigiada da América – o ensino superior – não estará imune. As universidades são como navios de cruzeiro bloqueados nos portos sem possibilidades de ir para o mar: lugares com buffets e muita cerveja, mas quase sem qualquer forma de distanciamento social.
Muitas faculdades estão a considerar a possibilidade de organizar aulas online no Outono e para além dele. Mas isso requer recursos adicionais que, na sua maioria, não estão equipados para pagar. Mesmo antes do coronavírus, 30% das faculdades seguidas pela agência de notação Moody’s apresentavam défices, enquanto 15% das universidades públicas tinham dinheiro em caixa para menos de 90 dias. 
Para ler o texto de Rana Foroohar clique aqui

A discussão sobre a retomada dos testes nucleares nos EUA chegou em um momento em que o controle de armas corre o risco de morrer completamente (Clayton Wear/US AIR FORCE/AFP via Getty Images)

Oficiais de segurança dos EUA 'consideram voltar aos testes nucleares' depois de um hiato de 28 anos 

A discussão aconteceu esse mês como forma de pressionar a Rússia e a China para aceitarem o acordo de controle de armas. 
Para ler o texto de Julien Borger clique aqui



Protestos por morte de George Floyd aumentam nos EUA e atingem 13 cidades

Pelo menos 13 cidades dos Estados Unidos registram protestos, nesta sexta-feira (29/5), contra a morte de George Floyd, um homem negro morto durante uma abordagem policial. Minneapolis declarou toque de recolher para conter manifestantes e a Casa Branca estaria em em "lockdown" devido aos protestos que ocorrem ao redor da sede do governo americano. De acordo com jornais do país, milhares de manifestantes estão do lado de fora dos portões da residência oficial do presidente Donald Trump. 
Para ler o texto completo clique aqui











Essencialismos filosóficos e “ditadura do corona”: sobre Giorgio Agamben, mais uma vez


E se o pensamento, levado aos limites críticos, produzir um discurso que, se posto em prática, leva à morte em massa e penaliza as vidas mais vulneráveis? Continua sendo boa filosofia? 
Para ler o texto de Yara Frateschi clique aqui

Índia e China na iminência de um choque de fronteira


Ambos os lados enviaram reforços ao território disputado de Ladakh enquanto Pequim mostra o muque por toda a Ásia. 
Para ler o texto de Pepe Escobar clique aqui

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