sábado, 11 de julho de 2020

Chico Buarque: "Todo o Sentimento"

Da musica: Todo o Sentimento - As mais belas frases de Chico ...


Todo o Sentimento

Preciso não dormir
Até se consumar
O tempo da gente.
Preciso conduzir
Um tempo de te amar,
Te amando devagar e urgentemente.
Pretendo descobrir
No último momento
Um tempo que refaz o que desfez,
Que recolhe todo sentimento
E bota no corpo uma outra vez.
Prometo te querer
Até o amor cair
Doente, doente...
Prefiro, então, partir
A tempo de poder
A gente se desvencilhar da gente.
Depois de te perder,
Te encontro, com certeza,
Talvez num tempo da delicadeza,
Onde não diremos nada;
Nada aconteceu.
Apenas seguirei
Como encantado ao lado teu. 

Chico Buarque


A Globo (com Guedes) pede ajuda ao PT


"Importa recordar que este é, no mínimo, o terceiro movimento do grupo Globo em aceno ao PT", ressalta o colunista Roberto Bueno. 
Para ler seu texto clique aqui

Leia "Globo paz e amor enfrenta hoje sua maior ameaça existencial" de Leonardo Attuch clicando aqui

Leia "MEC se ajoelha diante da cruz vazia do protestantismo, diz teólogo que prega diversidade religiosa" de José Barbosa Júnior clicando aqui

Leia "Quem gosta de passado é quem questiona estátua" de Rafael Mantovani clicando aqui

Leia "Investidores estrangeiros não vão ser convencidos só por retórica ambiental do governo, diz pesquisador" de André Shalders clicando aqui

Leia "Capitalismo e crise: o que o racismo tem a ver com isso?" de Silvio Luiz de Almeida clicando aqui

Leia "Como os EUA lucraram com tráfico de africanos escravizados para o Brasil" de Marilia Marasciulo clicando aqui

Leia "A resistência dos entregadores de app é um novo capítulo da luta de classes" de Alessandra Monterastelli, Ana Paula Sarabia e Mariana Serafini clicando aqui

Leia "Revolução cultural-educativa" de Luiz Roberto Alves clicando aqui

Leia "Maria Rita Kehl: Heroínas desta históriaclicando aqui

Leia "Memórias póstumas de Brás Cubas" de Margaret Jull Costa e Robin Patterson clicando aqui

Leia "A fala como performance" de Carlos Alberto Mattos clicando aqui

Facebook estimula a ignorância de seus usuários com mentiras

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, olha para baixo enquanto é chamada uma pausa durante seu testemunho em uma audiência conjunta dos Comitês de Comércio e Judiciário em abril de 2018. (Andrew Harnik/AP Photo)

Você teria que ser algum tipo de gênio do mal para imaginar algo tão terrível para o mundo quanto o Facebook. Com cerca de 2,6 bilhões de usuários e US$ 70 bilhões em lucros anuais, é o abastecedor mais eficaz, na história da extrema direita, de ódio, mentiras e incitação contra pessoas vulneráveis e o planeta. A malevolência do Facebook é motivada por uma sede de lucro ou política? Como no caso da Fox News, infelizmente, essa é uma escolha falsa, pois os dois se reforçam. O Facebook ganha dinheiro - como costumavam fazer os jornais - vendendo globos oculares aos anunciantes. Mas antes que as notícias locais começassem a entrar em colapso, graças, em parte, ao êxodo dos anunciantes para o Facebook e o Google, os jornais usavam esse modelo para cumprir suas responsabilidades de educar os leitores e responsabilizar aqueles no poder. O Facebook faz o oposto: ele restringe os interesses de seus usuários e alimenta sua ignorância com mentiras e desinformação. 
Para ler o texto de Eric Alterman clique aqui

Leia "Christian Dunker: Por que a web ataca atriz de Glee pelo desaparecimento de Naya Rivera?" clicando aqui

Leia "Um refúgio para as revistas impressas" de Nathan Taylor Pemberto clicando aqui

Leia "O que aconteceu quando o escritório chegou em casa" de Elizabeth Yuko clicando aqui

Leia "O capitalismo no fio da navalha" de Michel Husson clicando aqui

Leia "Epidemia econômica: Covid-19 e a crise capitalista" de Maurilio Lima Botelho clicando aqui

Leia "A Chechênia está tentando exterminar homossexuais. Nosso silêncio só encoraja Vladimir Putin e Ramzan Kadyrov" de Mehdi Hasan clicando aqui

Leia "ONU: o mundo está tratando os sintomas, não as causa da pandemia" de Damian Carrington clicando aqui

Leia "Imperialismo norte-americano e sua forma superior neofascista" de Roberto Bueno clicando aqui

Madredeus - "A andorinha da primavera", "Não muito distante" & "Alma (letra)"

Madredeus - a andorinha da primavera - não muito distante - alma ...

Para assistir à interpretação de "A andorinha da primavera", "Não muito distante" & "Alma (letra)" pelo grupo Madredeus clique no vídeo (9:42) aqui

Juan José Millás: "O capitalismo é uma ilusão que pode cair a qualquer momento"

O colunista e escritor Juan José Millás reflete sobre o coronavírus, o capitalismo e o futuro.  / ALFAGUARA

Estamos vivendo uma pandemia mundial e desconhecida, porque nada disso aconteceu por um século. Uma realidade ilusória que ocorre dentro de uma ilusão consensual que chamamos precisamente de realidade, que é a maneira pela qual nos relacionamos, especialmente economicamente, porque o capitalismo é uma ilusão . 
Para ler a entrevista de Juan José Millás clique aqui

Mora na filosofia


Teria a pandemia nos despertado do sono profundo para buscarmos respostas para a realidade que vivemos? 
Para ler o texto de Diego Moura e Marilia Marasciulo clique aqui

Os condenados pela Covid-19: uma análise fanoniana das expressões coloniais do genocídio negro no Brasil contemporâneo

A cidade do colonizado e a cidade do colono. Fronteira territorial entre o bairro Morombi e a favela de Paraisópolis, São Paulo

Proponho uma análise fanoniana das relações dialéticas entre capitalismo, colonialismo e racismo, subjacentes à conjuntura política e sanitária brasileira. Em um primeiro momento, tomo a noção de violência colonial presente em “Os Condenados da terra”, como referência para problematizar as respostas brasileiras à pandemia de Covid-19.
Para ler o texto de Deivison M. Faustino clique aqui


  © Blogger template 'Solitude' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP