sexta-feira, 16 de agosto de 2019

"Poema escrito na água" - Afonso Estebanez

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Poema escrito na água

Minha mão volta a escrever
entre as páginas das águas
onde o amor me volte a ler
a história de suas lágrimas.

Que nunca me falte a tinta
para o branco da memória
que amor é mágoa distinta
da mágoa de toda história.

E entre as páginas viradas
que inundam meu coração
deixo mágoas derramadas
com sabor de uma canção.

Quantas delas já verteram
das águas todas passadas
e de espuma converteram
dor em flores restauradas.

Minha mão vem descrever
como faz a flor das águas
que reescreve o alvorecer
da vida isenta de mágoas.


Afonso Estebanez

Por que Bolsonaro fala tanto de cocô. Psicanalista Christian Dunker explica


Jair Bolsonaro vem recorrendo, há uma semana, ao cocô como retórica de governo. Disse que para preservar o meio ambiente, basta "fazer cocô dia sim, dia não". Reforçou, depois, para quem não entendeu da primeira vez, que a solução para os problemas ambientais "é só cagar menos". Também reclamou que "cocozinho petrificado" de indígena consegue barrar licenciamento de obras. E prometeu "acabar com o cocô no Brasil" – para ele, os comunistas. A fim de tentar entender a mais recente escalada escatológica do presidente, o blog conversou com Christian Dunker, psicanalista e professor titular do Departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo.Ele é um dos coordenadores do Laboratório de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise da USP e ganhador do prêmio Jabuti pelo livro "Estrutura e Constituição da Clinica Psicanalítica". 
Para ler o texto de Leonardo Sakamoto clique aqui

Leia "Política externa de Jair Bolsonaro cria problemas em vizinhos" de André Barrocal clicando aqui

Leia "Criticadas por Bolsonaro, Noruega e Alemanha reflorestam mais que desmatam" de Clarissa Neher, Leonardo Rodarte e Wanderley Preite Sobrinho clicando aqui

Leia "O drama de Michelle: avó traficante e mãe acusada de falsificação" de  Hugo Marques e Nonato Viegas clicando aqui

Leia "Lula diz que fica preso "até provar que Moro é bandido"" clicando aqui

Leia "Padura: Minha visita a Lula em Curitiba" clicando aqui

Leia "O machismo por trás do discurso "protetor" de Sérgio Moro" de Érika Puppim clicando aqui

Leia "A emoção de descobrir a origem da minha família negra em um país que ignora suas raízes africanas" de Eliana Alves Cruz clicando aqui

Leia "O que querem os movimentos de mulheres indígenas no Brasil " de Juliana Domingos de Lima clicando aqui

Leia "Entenda a importância do mecanismo de combate à tortura" de Rafael Custódio clicando aqui

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Leia "Livro reúne contribuição de Maria da Conceição Tavares à economia" de Fernando Nogueira da Costa clicando aqui

Leia "Jair não gosta de passarinho" de Helio Carlos Mello clicando aqui

Belos lugares do planeta em 4K Ultra HD

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Para "viajar" por belos lugares do nosso planeta clique no vídeo aqui

Oliver Dragojevic & 2CELLOS - "Lipa moja"

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Para assistir à interpretação de "Lipa moja" pelo cantor croata Oliver Dragojevic & 2CELLOS clique no vídeo aqui

Literatura moçambicana e oralidade: uma postura crítica e uma fundamentação teórica

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Ao utilizarmos a expressão “tradição oral africana” fazemos referência direta a uma discussão de caráter teórico que mobiliza mais questões do que respostas. O presente artigo busca, a partir de alguns trabalhos recentes da antropologia e da arqueologia africana, fazer uma revisita teórica a alguns momentos da discussão acerca da existência de uma tradição africana e de uma oralidade africana, e, em seguida, discutir a aplicabilidade desses conceitos no interior da crítica literária moçambicana a partir de uma visada diacrônica e histórica. O intuito é obter subsídios para uma reflexão interdisciplinar de conceitos-chave para compreensão dos diálogos interculturais que cercam a literatura moçambicana.
Para ler o texto completo de Rejane Vecchia da Rocha e Silva e Ubiratã Roberto Bueno de Souza clique aqui

A mulher nas Arábias. O que podem e não podem fazer as mulheres sauditas


A Arábia Saudita possui um dos regimes mais restritivos do mundo em relação aos direitos das mulheres. Elas ainda são consideradas cidadãs de segunda classe em seu próprio país. Há poucos dias, um decreto real afrouxou algumas dessas restrições. Mas o caminho da paridade de direitos com os homens ainda é muito longo no reino da Arábia. 
Para ler o texto completo de Luis Pellegrini clique aqui

O Modelo atual de Capitalismo e suas formas de Captura da Subjetividade e de Exploração Social

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A história do capitalismo, desde a sua fase mercantilista, passando pelo liberalismo até o modelo atual neoliberal, financeiro globalizado, passou por diversas reformulações e adaptações para superar as suas crises periódicas. As suas teses fundamentais, contudo, permaneceram sempre as mesmas: a centralidade do mercado e a busca do interesse individual de cada um como formas de favorecer o coletivo, a célebre mão invisível do mercado. Como a sua dinâmica não é a distribuição dos recursos para construir a justiça, mas a concentração de capitais para maximizar o lucro, o capitalismo sempre provocou desigualdade e exclusão social. A obra de Thomas Piketty (2014, 2015) demonstra esse aspecto inerente ao funcionamento do capitalismo: crescente produção de desigualdade que, com o passar do tempo, torna-se intolerável, provocando uma reação social. 
Para ler o texto completo de  José Roque Junges clique aqui

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