sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

"Se eu fosse apenas uma rosa..." - Cecília Meireles

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Se eu fosse apenas uma rosa...

Se eu fosse apenas uma rosa,
com que prazer me desfolhava,
já que a vida é tão dolorosa
e não te sei dizer mais nada!

Se eu fosse apenas água ou vento,
com que prazer me desfaria,
como em teu próprio pensamento
vais desfazendo a minha vida!

Perdoa-me causar-te a mágoa
desta humana, amarga demora!
– de ser menos breve do que a água,
mais durável que o vento e a rosa...

Cecília Meireles

O "golpe" do capitão e duas esquerdas possíveis

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Em meio a crises globais, que expõem o fracasso de suas políticas, Bolsonaro tenta desviar o foco e encena uma falsa disputa com o Congresso. A oposição está mordendo a isca – mas ainda há tempo de corrigir o erro. 
Para ler o texto de Antonio Martins clique aqui

Leia "Quatro anos de golpe: um primeiro balanço" de José Álvaro de Lima Cardoso clicando aqui

Leia "Bolsonaro cumpre promessa de campanha e devolve Brasil a 1968" de  Leonardo Sakamoto clicando aqui

Leia "Inspirado nos EUA, Bolsonaro adota tática de troll: testar limites para ganhar visibilidade, diz filósofo" de Giuliana Vallone clicando aqui

Leia "Quem ri com Bolsonaro" de Thais Bilenky clicando aqui

Leia "O programa econômico da esquerda brasileira" de José Luis Fiori clicando aqui

Leia ""Não me deixem só!": Fora de controle, Bolsonaro imita Collor e pode ter o mesmo fim" de Ricardo Kotscho clicando aqui

Leia ""Nós estamos vivendo uma agiotagem institucionalizada", diz economista Amyra El Khalili" clicando aqui

Leia "O terraplanismo econômico pavimenta o caminho da barbárie" Entrevista com José Luis Oreiro clicando aqui

Leia "Quem atirou em nóis errou" de Veridiana Zurita clicando aqui

Leia "A ação militante dos Advogados pela Liberdade" de Paloma Vasconcelos clicando aqui

Leia "Modelo de distribuição de bolsas da Capes exige mais investimentos" de  Flávia Calé clicando aqui

Leia "A ética na educação" de Isaac Roitman clicando aqui

Leia "Práticas docentes no ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena" de Zilfran Varela Fontenela e Maria da Paz Cavalcante clicando aqui

O Triunfo da Injustiça - e como rompê-lo


Obra esmiúça história da tributação, a partir do caso norte-americano. Elite escravocrata recusava impostos. Já na época em que se enfrentou a desigualdade, maiores rendas eram taxadas em 93%. Diante de nova eleição, como superar retrocesso neoliberal? 
Para ler a entrevista com Gabriel Zucman clique aqui

Leia "Somente a luta contra as desigualdades pode reanimar a Economia Mundial" de Elisa Bacciotti clicando aqui

Leia "A economia limpa é de fato um luxo perdulário?" de José Eustáquio Diniz Alves clicando aqui

Leia "O desenvolvimento sustentável fracassou, mas há alternativas" Entrevista com Federico Demaria clicando aqui

Leia "Anistia Internacional denuncia a repressão generalizada na América Latina e celebra "a força dos movimentos sociais"" de Clara Giménez Lorenzo clicando aqui

Leia "Chefe da ONU diz que direitos humanos estão sob ataque no mundo" de António Guterres clicando aqui

Leia "O pensamento gramsciano diante da mudança social contemporânea" de  Eddy Sánchez Iglesias clicando aqui

Leia "A ciência importa quando são tomadas decisões políticas" de Fabíola Ortiz clicando aqui

Leia "Saiba como China está vencendo os Estados Unidos na disputa pela influência na África" clicando aqui

Leia "Caminhamos para uma Europa cercada por fortalezas" Entrevista com Carole Rackete clicando aqui

Leia "Não houve fraude em reeleição de Evo, mostra nova análise independente publicada pelo Washington Post" clicando aqui

Leia "Sionismo: 10 notas de um brasileiro sobre uma noite de terror na Palestina ocupada" de Caco Schmitt clicando aqui

Leia "O logro finlandês" de Filipe Oliveira clicando aqui

"Nò fiança" - Tabanka Djaz

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Para assistir à interpretação de "Nò fiança" pelo banda da Guiné-Bissau Tabanka Djaz clique no vídeo aqui

"O feminismo é a ponta de diamante de uma insurgência internacional". Entrevista com Silvia Federici

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Enquanto pelo mundo se organiza a quarta greve feminista em centenas de reuniões, atividades e assembleias, ouvir Silvia Federici é inspirador. Em um intervalo de sua caminhada pelo mundo compartilhando leituras e contagiando força, Silvia nos recebeu em sua casa, em Nova York, para conversar sobre a atualidade das lutas feministas, as revoltas populares dos últimos meses, as tensões do feminismo com a esquerda e os pontos mais relevantes de seu último livro.
Para ler sua entrevista clique aqui


Resultado de imagem para Uma falha do pensamento feminista é acreditar que a violência de gênero é um problema de homens e mulheres

Rita Segato é doutora em Antropologia e pesquisadora. Provavelmente, é uma das pensadoras feministas mais lúcidas deste tempo. E talvez de todos os tempos. Escreveu inúmeros trabalhos a partir de sua investigação com estupradores na penitenciária de Brasília, como perito antropológica e de gênero no histórico julgamento da Guatemala em que se julgou e condenou pela primeira vez membros do Exército pelos delitos de escravidão sexual e doméstica contra mulheres maias da etnia g’egchi, e foi convocada a Ciudad Juárez, no México, para expor sua interpretação em torno das centenas de feminicídios perpetrados no local. Seu longo currículo é impressionante. Mais além de todo preconceito escandalizador, Segato propôs um olhar profundo sobre a violência letal sobre as mulheres, entendendo os feminicídios como uma problemática que transcende os gênero para se tornar em um sintoma, ou melhor dizendo, em uma expressão de uma sociedade que necessita de uma “pedagogia da crueldade” para destruir e anular a compaixão, a empatia, os vínculos e o enraizamento local e comunitário. Ou seja, todos esses elementos que se tornam em obstáculo em um capitalismo “de rapina”, que depende dessa pedagogia da crueldade para instruir. É, nesse sentido, o exercício da crueldade sobre o corpo das mulheres, porém que também se estende a crimes homofóbicos ou transfóbicos, todas essas violências “não são outra coisa que o disciplinamento que as forças patriarcais impõem a todos que moramos à margem da política, de crimes do patriarcado colonial moderno de alta intensidade, contra tudo o que desestabiliza”. Nesses corpos escreve-se a mensagem doutrinadora que esse capitalismo patriarcal de alta intensidade necessita impor à sociedade. Não é tarefa simples entrevistar Rita, que é uma espécie de redemoinho, capaz de amarrar com extrema clareza e sutileza os argumentos mais complexos. Se toma seu tempo para responder, analisa cada pergunta, a esmiúça, aprofunda e dá uma virada sobre cada conceito. Tem seu próprio ritmo e segui-lo pode ser um desafio.
Para ler sua entrevista clique aqui


Milhões de imagens do Smithsonian estão liberadas para download

Saguão de museu visto de cima, cheio de visitantes e com um animal empalhado no meio

Complexo de museus e de pesquisa americano criou um acervo digital gratuito e disponibilizou parte das suas coleções em domínio público. 
Para ler o texto de Juliana Domingos de Lima e ter acesso a milhões de imagens do Smithsonian clique aqui

LIVRO Marchas y contramarchas en las políticas locales de género : dinámicas territoriales y ciudadanía de las mujeres en América Latina / Ana Laura Rodríguez Gustá ... [et al.]

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Para ter acesso ao conteúdo completo do livro (297 págs.) "Marchas y contramarchas en las políticas locales de género: dinámicas territoriales y ciudadanía de las mujeres en América Latinaclique aqui

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