Nos caminhos da arte
HUMOR
Gilberto Porcidonio: Da caserna ao banho de sol
Uma reinterpretação da terminologia militar
Ao entrar no supermercado, um homem passou por uma atendente que notou que o zíper da sua calça estava aberto. Olhando para ele, ela disse:
"Sua porta de quartel está aberta".
Como essa não é uma expressão que homens costumam usar, ele continuou andando pela loja, um pouco confuso. Mais tarde, enquanto fazia compras, um homem se aproximou e disse:
"Seu zíper está aberto".
Ele fechou o zíper e terminou as compras. Então, lembrando-se do que a atendente havia dito, ele finalmente entendeu. Assim, entrou intencionalmente na fila da atendente que lhe falara sobre a "porta de quartel". Ele planejava se divertir um pouco com ela. Então, quando chegou ao balcão, disse:
"Quando a senhora viu a porta do meu quartel aberta, viu um soldado em posição de sentido?".
A atendente pensou por um momento e disse:
"Não. Não vi. Tudo o que vi foi um veterano deficiente sentado em cima de duas mochilas".
"Sua porta de quartel está aberta".
Como essa não é uma expressão que homens costumam usar, ele continuou andando pela loja, um pouco confuso. Mais tarde, enquanto fazia compras, um homem se aproximou e disse:
"Seu zíper está aberto".
Ele fechou o zíper e terminou as compras. Então, lembrando-se do que a atendente havia dito, ele finalmente entendeu. Assim, entrou intencionalmente na fila da atendente que lhe falara sobre a "porta de quartel". Ele planejava se divertir um pouco com ela. Então, quando chegou ao balcão, disse:
"Quando a senhora viu a porta do meu quartel aberta, viu um soldado em posição de sentido?".
A atendente pensou por um momento e disse:
"Não. Não vi. Tudo o que vi foi um veterano deficiente sentado em cima de duas mochilas".
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