
A catástrofe que é a educação
neste país não é nova. Para a maioria dos estudantes nos Estados Unidos,
especialmente os estudantes negros, a educação nunca significou nada mais do
que um treino para ficarem no mesmo lugar. Ao longo das últimas décadas, porém,
com o império americano numa queda livre acelerada, a educação americana,
sempre a serva dos ricos e poderosos da sociedade, tem estado a cair numa
espiral descendente: as nossas escolas esturram continuamente as nossas
crianças com “trabalhos de casa” chatas e sem sentido; subsidiamos e celebramos
a economia digital “ensinando” as crianças com computadores e programas de
computador; enchemos de rotinas os nossos professores para garantir um mínimo
de interação humana na sala de aula; despojamos as nossas escolas de arte e de
música, garantindo que os nossos alunos nunca vejam beleza ou verdade no mundo;
e, é claro, sobrecarregamos os nossos alunos durante semanas e meses a fio com
testes, e mais testes, e ainda mais testes, para que os nossos alunos não encontrem nenhuma alegria no aprendizagem. Em suma,
as nossas escolas enfraquecem a inteligência e a curiosidade dos nossos jovens
de tal forma que eles nunca questionarão as vidas sem sentido e desagradáveis
que serão forçados a levar numa sociedade que se está a desmoronar à sua volta.
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David Barber clique aqui
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