sábado, 3 de março de 2018

Como escravos entravam na Justiça e faziam poupança para lutar pela liberdade

Cena urbana no Rio de Janeiro escravocrata do século 19, pintada por Jean-Baptiste Debret

Em 1883, Rita entrou com uma ação na Justiça da Imperial Cidade de São Paulo contra o Tenente Julio Nunes Ramalho. Poderia ser mais um processo qualquer, não fosse um fato notável: Rita não era considerada cidadã pela lei brasileira. Era escrava. Já o Tenente Ramalho era seu proprietário. O objeto do caso era o interesse de Rita de comprar sua liberdade. 
Para ler o texto completo de Amanda Rossi clique aqui

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