sábado, 14 de janeiro de 2012

O Livro Negro da Psicanálise


Acaba de ser lançado no Brasil “O Livro Negro da Psicanálise”, organizado por Catherine Meyer. São 630 páginas com artigos, entrevistas e depoimentos de 23 autores das áreas de história, filosofia, psiquiatria, psicologia, jornalismo e física. Os textos apontam uma série de inverdades postuladas por Freud. Quando foi publicado na França em 2005, causou polêmica ao questionar a validade das teorias de Sigmund Freud (1856-1939) e a eficiência da psicanálise. Apesar de o pensamento ainda ser hegemônico na França, e de alguns conceitos - inconsciente e complexo de Édipo, por exemplo - terem se tornado parte do vocabulário popular, a teoria freudo-lacaniana apresenta franco declínio no restante do mundo. Para defender o Mestre de Viena, alguns intelectuais, como a historiadora e psicanalista Elisabeth Roudinesco, contestaram o conteúdo do volume. A edição proporcionou debates passionais e ampla repercussão na imprensa francesa. No Brasil - que também conta com defensores da ideia considerada obsoleta - a publicação deve repetir a disputa.
Para acompanhar algumas repercussões ao livro leia:
·       a resenha de Ricardo Cabral “O livro negro da psicanálise”: dá para sentar na arquibancada e ficar só assistindo ao bate-boca? aqui
·       o artigo de Andrei Netto “O legado freudiano no banco dos réus aqui
·       o artigo da maior defensora de Freud e de seu legado, Elisabeth Roudinesco Anatomia de um “livro negro, aqui

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