sábado, 7 de fevereiro de 2026
Reflexões sobre o tempo presente
Todos não, dirá o leitor impertinente, não há neste mundo nada que alcance o consenso absoluto, eu sei, mas sei também que poucos atos são tão estimados quanto este que decidi tornar assunto do meu texto.
Quero fazer o enfático elogio do beijo, essa ação maior que o sonho humano alimenta e que, como a liberdade que professou Cecilia Meireles, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda.
O beijo é o sumo gesto do carinho e do desejo, mas é muito mais que isso. O beijo longo, lânguido, atento, língua sobre língua e mãos entre os cabelos, é um eficaz dispositivo fundador de momentos. Quem beija se isola do espaço, inexiste a tudo aquilo que o cerca, apaga todo ruído para se concentrar no sólito ato tão libidinoso quanto inocente. Tudo em volta desvanece, exceto a boca própria e a boca alheia, o corpo do outro que se entrega com a mesma devoção ao mesmo momento. No beijo há um equilíbrio notável, não há alguém que o dê e outro que o receba, num bom beijo há sempre dois que igualmente se beijam (às vezes até três, ou cinco, num velho prazer que uns quantos têm reaprendido neste novo século).
O beijo é um dispositivo fundador de momentos, eu dizia, no beijo o próprio tempo desaparece. E, no entanto, porque funda o momento ele é capaz de preservá-lo com largueza, ele o inscreve numa memória quase indelével, um outro cronista até diria para sempre. Tudo aquilo que havia em volta e desvaneceu, tudo aquilo súbito renasce quando recordamos um beijo: as cores que cada um trajava, as velhas companhias do dia, a forma das nuvens no céu, a luz trêmula das estrelas. Nada nos devolve tão bem ao passado quanto a lembrança do primeiro beijo com alguém, quem quer que seja. O leitor não o sente, mesmo você, leitor impertinente? Não se vê devolvido agora de forma vívida àquele dia longínquo em que beijou pela primeira vez sua companheira, ou uma paixão qualquer, adolescente?
Cada beijo é único e irrepetível, e talvez seja isso o que garanta sua permanência no tempo. Cada beijo é único e irrepetível, e por isso insistimos em beijar, buscando na repetição o resquício do beijo que foi e o assombro do beijo que virá. O beijo é uma das marcas distintivas de cada sujeito, como as impressões digitais, como o formato do rosto reconhecido pelas máquinas. Distingue até mais do que os traços físicos, porque cada um beija com sua anatomia, sim, com a carne dos lábios e a maciez da língua, mas beija também com algo mais etéreo que traz dentro de si. Beija com as nuances de sua personalidade, beija com seus humores secretos, com avidez, ansiedade, audácia, com amor, candura, delicadeza, com temor, espanto, desespero, com paixão, volúpia, desejo, com medo de morrer e ânsia de viver.
Conhece-se muito do outro a partir do encontro com seus lábios, com sua língua, com sua nuca e seu pescoço, e por isso perde muito aquele que descarta de forma terminante o beijo com alguma amiga, algum amigo, com qualquer um que se almeje próximo e querido. O beijo funda o instante presente, sim, mas funda também um futuro, inaugura uma intimidade que não se perderá tão cedo, às vezes alguma ternura, ou uma promessa que porventura peça renovação de tempos em tempos. Nesse sentido o beijo é como a nudez: pode produzir uma cumplicidade quase imediata, pode revelar algo que talvez jamais se esqueça.
Este texto poderia ser infinito, como todo beijo extrapola o seu próprio momento e flerta com o infinito enquanto não se encerra. Quando um beijo se encerra, não é raro que venha seguido de um suspiro e uma entrega ao peito alheio, uma entrega ao devaneio. Com o texto não pretendo tal efeito, seu objetivo é bem mais modesto. Com a demora destas palavras, o leitor e eu já nos aproximamos uns minutos a mais do Carnaval, quando toda a teoria há de calar em nome da prática muito mais prazerosa.
Julián Fuks
Fonte: Aqui
Postado por MIGUEL às 14:52 0 comentários
Marcadores: capitalismo, colonialismo, Cultura, Gramsci, Humor, ideologia, imperialismo, inteligência artificial, livro, Marx, música, neoliberalismo, política, redes sociais, símbolos, trabalho, valores, violência, violência contra a mulher
Nos caminhos da arte
"Este é o seu suspeito, como você o reconheceria?"
O primeiro rapaz respondeu: "Isso é fácil, vamos pegá-lo rapidinho porque ele só tem um olho!"
O policial disse: "Bem... é... isso porque a foto que eu mostrei é o perfil dele." Ligeiramente irritado com essa resposta ridícula, ele mostrou a foto por cinco segundos para o segundo rapaz e perguntou:
"Este é o seu suspeito, como você o reconheceria?"
O segundo rapaz sorriu, jogou o cabelo para trás e disse: "Ha! Ele seria muito fácil de pegar porque só tem uma orelha!"
O policial respondeu com raiva: "Qual é o problema de vocês dois? É claro que só um olho e uma orelha estão aparecendo porque é uma foto do perfil dele! Essa é a melhor resposta que vocês conseguem dar?" Extremamente frustrado, ele mostra a foto para o terceiro homem e, com voz irritada, pergunta:
"Este é o seu suspeito. Como você o reconheceria?". Ele acrescenta rapidamente: "Pense bem antes de me dar uma resposta idiota".
O terceiro homem olha atentamente para a foto por um instante e diz: "O suspeito usa lentes de contato".
O policial fica surpreso e sem palavras, pois ele mesmo não sabia se o suspeito usava lentes de contato ou não. "Bem, essa é uma resposta interessante. Espere alguns minutos enquanto verifico o arquivo dele e já volto com a resposta". Ele sai da sala, vai para seu escritório, consulta o arquivo do suspeito no computador e volta com um sorriso radiante no rosto.
"Nossa! Não acredito. É verdade! O suspeito realmente usa lentes de contato. Ótimo trabalho! Como você conseguiu fazer uma observação tão perspicaz?".
"É fácil", responde o terceiro homem. "Ele não pode usar óculos comuns porque só tem um olho e uma orelha".
Frases bem humoradas
Estou tão carente que se um ladrão chegar pra mim e falar 'Me dá o dinheiro', eu digo: Só se você me der um abraço!
Meu namorado é tão realista, que eu perguntei se estava bonita e ele respondeu: Bem vestida e maquiada é fácil, quero ver é depois do banho!
Fico bonita em dois tipos de foto: De longe e de costas.
Garota, se você fosse resfriado eu correria pelado na chuva pra poder te pegar!
As pessoas dizem que ninguém consegue viver sem o amor, eu acho o oxigênio mais importante.
Sou casado há vinte anos E nunca briguei com minha esposa, Casei, vim pra São Paulo e deixei ela na Bahia!
Por favor, não me interrompa enquanto eu estiver ignorando você.
Dizem que dinheiro não é tudo. Mas eu não quero tudo, eu só quero dinheiro.
Minha esposa é “profissiomal” no volante!
Homem só serve pra três coisas. E duas delas já se consegue no caixa eletrônico.
Há dois tipos de pessoas num relacionamento: quem manda, e o homem.
Já dizia minha mulher: Que seja eterno enquanto duro!
Se algum dia me ver correndo atrás de um homem, é porque ele roubou minha bolsa.
Se você não encontrar sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão, adicione açúcar, pinga, gelo e seja feliz!
Eu sou igual a chuveiro velho: nem tô ligando, e quando ligo, nem esquento!
Se esquentar a cabeça, caspa vira pipoca!
Homem fiel é igual nota de 1 Real: já saiu de circulação!
Galera, o cérebro não é maconha, tá liberado o uso dele.
Plantar maconha pode dar cana!
O nome dela é Fernanda. 'Fer' para os amigos, 'Nan' para os conhecidos e 'Da' pra qualquer um!
Postado por MIGUEL às 14:19 0 comentários
Marcadores: arte, escultura, fotografia, Humor, literatura
"Hoje o mais estimulante ocorre nas fronteiras, nos espaços de transgressão disciplinar e de fertilização entre diferentes campos científicos, o que exige o recurso a uma panóplia diversificada de ferramentas teóricas e metodológicas" ( Antônio Nóvoa)
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