quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

"Saudade" - Gilka Machado

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Saudade

De quem é esta saudade
que meus silêncios invade,
que de tão longe me vem?

De quem é esta saudade,
de quem?

Aquelas mãos só carícias,
Aqueles olhos de apelo,
aqueles lábios-desejo...

e estes dedos engelhados
e este olhar de vã procura
e esta boca sem um beijo.

De quem é esta saudade
que sinto quando me vejo?

Gilka Machado

Defender a Petrobras é defender o Brasil: intelectuais se manifestam em defesa da greve


Pensadores e professores universitários se manifestaram enviando declarações em defesa da greve nacional dos petroleiros. 
Para ler o texto completo clique aqui

Leia "Petrobras: a gota d'água que deflagrou a greve" de Fernando Siqueiro clicando aqui

Leia "Para juristas, decisão que considera greve dos petroleiros ilegal é antidemocrática" de Lu Sudré clicando aqui

Leia "Saiba quem é Patrícia Campos Mello, a repórter da Folha de SP agredida por Bolsonaro" de Gustavo Conde clicando aqui

Leia "Ataque de Bolsonaro a repórter é 'tentativa de calar mulheres e prejudicar imprensa', diz organização internacional" de Mariana Schreiber clicando aqui

Leia "Bolsonaro escolheu o confronto com a sociedade" de Paulo Adário clicando aqui

Leia "Bolsonaro chega ao ápice da militarização do Executivo brasileiro" de Victor David López clicando aqui

Leia "Assassinato de Adriano levanta suspeitas sobre federalização de milícias do Rio de Janeiro" de Jordana Pereira clicando aqui

Leia ""Pacote anticrime" de Moro é genocídio contra povo negro, denuncia Preta Ferreira" de Vanessa Martina Silva clicando aqui

Leia "Alinhamento do Brasil aos EUA não blinda conquistas em comércio" de Carolina Loução Preto clicando aqui

Leia "Como ruralistas querem eliminar reservas florestais" de André Shalders clicando aqui

Leia "Mortes, escravidão e abuso sexual: o legado das missões comandadas pelo pai de antropólogo preso pelo Ibama" de Leonardo Fuhrmann clicando aqui

Leia "Mulheres, não se enganem: rehab para quem cometeu violência doméstica é boa notícia" de Bruna de Lara clicando aqui

Leia "Mundo ao contrário" de Isabel Fleck clicando aqui

Leia "A universidade não está imune à idiotia bolsonarista" de Valdemar Augusto Angerami clicando aqui

Leia "Mulheres são 40% dos pesquisadores do Brasil que declaram ter doutorado nas 5 maiores áreas de conhecimento, aponta levantamento" de Fernanda Pinheiro clicando aqui

Leia "A esperança pode vir do campo" de  Léa Maria Aarão Reis clicando aqui


As democracias engolidas e o erro de Piketty


Distribuir riquezas por meio de tributos, como propõe economista francês, é importante. Mas para frear a produção de desigualdades e a devastação do mundo, é preciso novas relações de produção — como percebeu o próprio papa Francisco. 
Para ler o texto de Gustavo Barbosa clique aqui

Leia "Poderá Francisco salvar a Economia e o planeta?" clicando aqui

Leia "A abertura dos arquivos do Vaticano sobre Pio XII é um teste difícil para os historiadores" de Riccardo Di Segni clicando aqui

Leia "Guerras a distância. Guerras "Low cost"" de Tica Font clicando aqui

Leia "Vivemos uma época de fascismos derivativos" Entrevista com Óscar Guardiola-Rivera  clicando aqui

Leia "Devastação maior que Hiroshima: ex-colônias sofrem efeitos de testes nucleares da França" de Antonio Cuesta clicando aqui

Leia "Estagflação, um efeito colateral do coronavírus" clicando aqui

Leia "Juíza argentina reconhece o direito de uma menina a ter dois pais e uma mãe" de Mar Centenera clicando aqui

Leia "Sucesso de Bernie Sanders em eleições primárias assusta Democratas e Wall Street" de David Brooks clicando aqui

Leia "Sem liderança definida, manifestantes no Chile tendem a ser derrotados na Constituinte" de Aldo Anfossi clicando aqui

Leia "A tentação militar na América Latina" de María Victoria Murillo e Steven Levitsky  clicando aqui

Leia "Auschwitz: os portões da memória ainda abertos" de Igor Venceslau clicando aqui

Leia "A grande política em Nietzsche e a política que vem em Agamben" de Márcia Rosane Junges clicando aqui

Trio Julio e Rodrigo Machado - "Vê se gostas"

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Para assistir à interpretação de "Vê se gostas" pelo Trio Julio e Rodrigo Machado clique aqui

O celular já nos dividiu em senhores e escravos digitais

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digitalização é para nós o que a agricultura foi para os nossos ancestrais: uma opção que parecia nos fazer mais felizes, mas acabou nos tornando mais escravos. Os fósseis humanos demonstram que quando éramos caçadores nômades, vivíamos mais e melhor. Contudo, veio o dia em que a selva já não era suficiente para manter todos nós: ou a cultivávamos ou perecíamos. A era digital foi iniciada pelo Exército dos Estados Unidos, ao criar a Internet para a guerra, e na paz parecia que faríamos viver melhor, até que hoje ninguém pode viver sem ela. A digitalização, assim como a agricultura, nos dividiu em escravos e senhores. Outrora, da terra. Hoje, dos dados. E nós, escravos, transpiramos o sulco digital em todos os momentos, em múltiplas telas, para que os senhores da nuvem se tornem cada vez mais poderosos. “escravo digital, ao revelar sua intimidade, vende sua privacidade, seus dados, o controle de seu destino, e esses dados, sim, geram dinheiro e poder para quem os gerencia em quantidades massivas”, avalia Peter Vorderer, psicólogo social alemão.
Para ler sua entrevista clique aqui 

Índia: as crianças que trabalham no "inferno" de carvão de Jharia

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Por entre o fumo tóxico, centenas de crianças – algumas com apenas quatro anos – transportam, à cabeça, cestos de pedras negras que pesam quase o mesmo que o seu próprio corpo. Colina acima, cobertas de fuligem, caminham em direção ao local onde depositam o suado resultado do seu esforço. Uma tarefa monumental que remete para o castigo de Sísifo: diário, repetitivo, tortuoso. 
Para ler o texto de Ana Marques Maia e acessar as fotos clique aqui

Com a mala na mão contra a discriminação - uma viagem pela história dos nossos direitos


O projeto “Com a mala na mão contra a discriminação” foi criado para abordar assuntos urgentes, polêmicos, mas também vitais, como colonialismo, eurocentrismo, escravatura, discriminação e racismo, frequentemente ausentes no currículo escolar oficial (Araújo e Maeso, 2012; Araújo et al., 2013), mas também noutros espaços de (re)produção de conhecimento (Maeso e Araujo, 2013; Santos, 2010). Sabemos que aquilo que se “dá” e que se “passa” na escola resulta de relações de poder transversais à nossa sociedade (Bourdieu, 1999; Bourdieu e Passeron, 2008). 
Para ler o texto de Ariana Furtado clique aqui



Arquivos, filmes e memórias: ingredientes para lembrar e esquecer o passado

Começar pela história de um rapaz que ou vivia o presente ou se consumia a recordar o passado, é lembrar uma parte de um conto do escritor argentino Jorge Luís Borges, sobre o jovem Irineu Funes, personagem ficcionada. Um acidente fez com que Funes não se esquecesse de nada, e se lembrasse de todas as particularidades do passado, sofrendo em contrapartida a incapacidade de diferenciar e elaborar sobre as suas recordações. Recordar tudo tornou-o incapaz de pensar sobre o passado. A condição de Funes serve de contraponto a Tudo passa excepto o passado, um encontro internacional em torno das políticas da memória, promovido pelo Goethe-Institut, que teve lugar durante alguns dias de Setembro na Culturgest em Lisboa, em articulação com um ciclo de cinema, Reimaginar o arquivo pós-colonial. Ao contrário do caso de Funes, tratou-se aqui de refletir sobre a relação entre lembrar e esquecer o passado.
Para ler o texto de Inês Ponte clique aqui

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