domingo, 20 de outubro de 2019

"O mar nos teus olhos" - Maria Teresa Horta

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O mar nos teus olhos

I
É o mar, meu amor
Na febre dos teus olhos
É o manso fascínio
Da onda que se inventa
É o mar, meu amor
Mestiço nos teus olhos
É o mirto, o queixume
A mansidão tão lenta

II
É o mar, meu amor
O lastro dos sentidos
Que afogas nos olhos
Sem nunca te afundares

É o mar, meu amor
Que transportas nos olhos
E onde eu nado o tempo
Sem nunca me encontrar

Maria Teresa Horta


Treta no PSL: Bolsonaro prometeu ordem no Brasil, mas nem militares e PMS seguram o caos do governo


O Brasil parou para acompanhar uma grotesca briga pelo controle do PSL nessa semana. O baixo clero recém-empoderado pautou o país ao protagonizar uma disputa pelo controle do partido de aluguel que abrigou o bolsonarismo. Estão em jogo os R$ 350 milhões do fundo partidário do PSL para as eleições do ano que vem.
A treta foi feia, cheia de ataques, espionagens, grampos, ameaças e xingamentos entre os representantes da chamada nova política. O racha não se deu por divergências ideológicas ou programáticas, mas por grana e poder. Bem vindos à “nova era”. 
Para ler o texto completo de João Filho clique aqui
Leia "E se manchas de petróleo nas praias do Nordeste fossem um aviso dos deuses?" de Juan Arias clicando aqui

Leia "Cidade de São Paulo anuncia um festival com as obras censuradas por Bolsonaro" de Naiara Galarraga Goirtázar clicando aqui

Democracias em chamas

Manifestante em frente a barricadas de fogo durante os protestos em Barcelona, em 18 de outubro de 2019.

Uma década depois da pior crise do capitalismo, até mesmo o Fórum de Davos admite que o resgate de 10 trilhões de dólares ao sistema econômico foi ineficiente e, agora, a desigualdade ameaça as democracias.
Para ler o texto completo de Jamil Chade clique aqui

Uma mulher protesta contra o Brexit nesta quinta-feira em Bruxelas.

Leia "Brexit, Polônia e Hungria: a luta das cidades contra o nacional-populismo" de Andrea Rizzi clicando aqui



 

Leia "Não há nada a perder" de Roberto Pizarro clicando aqui


Você pensou que os violoncelos são apenas para música clássica? Assista aos 2 CELLOS

Resultado de imagem para 2CELLOS - The Trooper Overture [OFFICIAL VIDEO]

Quando você ouve a palavra 'violoncelo', o primeiro pensamento que você tem é sobre um grande instrumento clássico, tocando uma peça de Mozart em uma sinfonia. Você pode se surpreender ao saber que o violoncelo é um instrumento incrivelmente versátil, não limitado a um gênero de música. O vídeo da dupla 2Cello mostra que o violoncelo é muito mais do que se poderia esperar...

Para assistir à interpretação deThe Trooper Overture” pelos 2CELOS clique no vídeo aqui



De defensor a crítico das terapias alternativas: "Há terapeutas que fazem o doente perder tempo valioso"


O médico Edzard Ernst defendia a homeopatia até a investigar por dentro. Admite que há terapias alternativas que funcionam, mas sublinha que outras matam — e não podem ser promovidas. 
Para ler sua entrevista clique aqui

De 70 adolescentes grávidas a zero: como a educação sexual mudou a realidade de uma escola na Colômbia


No país onde algumas farmácias chegam a negar aos jovens anticoncepcionais, um professor conseguiu por meio de aulas de educação e cidadania romper com um panorama desolador. 

Para ler o texto completo de Elisa Silió Delibes clique aqui

Decentralizar a Biopolítica, observações em torno de uma genealogia colonial da ecologia política

Trabalhadores afro-americanos colhendo algodão em Houston, EUA, 1913. A escravidão no plantio de culturas como esta ajudaram a financiar a revolução industrial.

No séc. XIX, os grandes impérios coloniais criaram um conjunto de tecnologias políticas destinadas não só a explorar maciçamente o meio ambiente das suas colônias mas também a governar as pessoas em situação colonial por um ordenamento diferenciado de base racial do seu meio de vida, a que se pode chamar uma “mesopolítica colonial”. Retomo a noção de mesopolítica no sentido que lhe foi recentemente atribuído por Ferhat Taylan que, através de uma notável história conceptual e genealógica das relações entre os homens e o seu “meio” no Ocidente, tenta rastrear a emergência, durante os séc. XVII  e XIX, de toda uma série de saberes e de práticas que consistiam em governar as pessoas pelo ordenamento de seu meio ambiente. 
Para ler o texto completo de Orazio Irrera clique aqui

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