quarta-feira, 8 de julho de 2020

"Meu amanhã" - Lenine

Tocou!: Meu amanhã


Meu amanhã

Ela é minha delícia
O meu adorno
Janela de retorno
Uma viagem sideral
Ela é minha festa
Meu requinte
A única ouvinte
Da minha radio nacional
Ela é minha sina
O meu cinema
A tela da minha cena
A cerca do meu quintal
Minha meta, minha metade
Minha seta, minha saudade
Minha diva, meu divã
Minha manha, meu amanhã
Minha meta, minha metade
Minha seta, minha saudade
Minha diva, meu divã
Minha manha, meu amanhã
Ela é minha orgia
Meu quitute
Insaciável apetite
Numa ceia de natal
Ela é minha bela
Meu brinquedo
Minha certeza, meu medo
É meu céu e meu mal
Ela é o meu vício
E dependência
Incansável paciência
E o desfecho final
Minha meta, minha metade
Minha seta, minha saudade
Minha diva, meu divã
Minha manha, meu amanhã
Minha meta, minha metade
Minha seta, minha saudade
Minha diva, meu divã
Minha manha, meu amanhã
Meu fá, minha fã
A massa e a maçã
Minha diva, meu divã
Minha manha, meu amanhã
Meu lá, minha lã
Minha paga, minha pagã
Meu velar, meu avelã
Amor em Roma, aroma de romã
O sal e o são
O que é certo, o que é sertão
Meu Tao, e meu tão
Nau de Nassau, minha nação

Lenine

"A ciência não é cheia de certezas"

Artur Avila, primeiro brasileiro ganhador da medalha Fields, uma espécie de 'Nobel da matemática', em 2017 no Rio de Janeiro — Foto: Divulgação Impa
Artur Avila, primeiro brasileiro ganhador da medalha Fields, uma espécie de 'Nobel da matemática', em 2017 no Rio de Janeiro

Uma conversa com Artur Avila, o brasileiro que ganhou o maior prêmio da matemática, sobre a ciência aqui e lá fora, as incertezas da pandemia – e o uso da palavra "negacionismo". 
Para ler sua entrevista clique aqui

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Competição, paradigma obsoleto


Há cinco séculos, ele é hegemônico — pois está no centro das lógicas capitalistas. Mas, num mundo movido pelo conhecimento, tolhe a inovação, que exige colaborar e compartilhar. O velho modelo só resiste apoiado na força. Até quando? 
Para ler o texto de  Michel Bauwens clique aqui


O nascimento da economia solidária mundial 

É 2032. Corporações foram, enfim, controladas. Trabalho digno e preservação ambiental agora representam riqueza. Há no mundo uma vasta rede de economia solidária. A população controla seu próprio destino. Como construir esse futuro? 
Para ler o texto de Ricardo Neder clique aqui

Leia "Aquele vírus entre Darwin e Marx" de Massimo Recalcati clicando aqui

Leia "O economista que adivinhou por mais de 8 anos mais previsões de acordo com a Bloomberg: "Eis o que nos espera"" de Christophe Barraud clicando aqui

Leia "A transição energética" de José Luís Fiori clicando aqui

Leia "O cabelo afro como direito civil nos Estados Unidos" de Antonia Laborde clicando aqui

Leia "Tá ansioso, né?" clicando aqui

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Zanzibar: "Assum Preto"

IMSdeCasa – 'Assum preto', dos 'óio furado' ao confinamento ...

Depois do sucesso estrondoso de “Asa branca” (1947), só em 1950 Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira voltaram a lançar uma toada com nome de pássaro: “Assum preto”, que também saiu num disco da RCA Victor e cantada pelo próprio Rei do Baião. Setenta anos depois, a história da ave que teve os olhos furados – regravada com sucesso por Gilberto Gil, Carmélia Alves, Elba Ramalho e Dominguinhos, entre outros – ganha uma nova versão através do programa “IMS de casa”, na interpretação do conjunto vocal Zanzibar.
“Além de ser linda, essa música tem a ver também com o momento que estamos vivendo, com essa pandemia que deixou todo mundo na gaiola”, avalia a cantora Calu Coelho, também autora do arranjo interpretado por ela com outras quatro vozes (André Miranda, Beatriz Coimbra, Guilherme Imia e Gabriel Farah) e a percussão de Marina Chuva. “Assim que recebemos a missão de pesquisar nas 46 mil gravações da Discografia Brasileira, combinamos de cada um fuçar aquele mundo e trazer cinco sugestões. Chegamos a 30 músicas e então escolhemos.”
Para fazer o arranjo de “Assum preto”, Calu recorreu não só à gravação original da música, como a outras versões, entre elas uma recente: um dueto de Dora Morelenbaum e Julia Mestre postado no Instagram. Dora participou da criação do Zanzibar, entre 2012 e 2013, inicialmente como um quarteto vocal de alunos de canto coral do Colégio São Vicente de Paulo, no Cosme Velho, na zona sul do Rio de Janeiro. 

Aos 27 anos, Calu é a única remanescente da formação original do grupo, que atualmente tem seus componentes na faixa dos 20 e dos 30 anos e estreou em disco em 2016. O segundo CD, já gravado, é inteiramente dedicado à obra de Edu Lobo – autor da música que dá nome ao conjunto, entre outras inspirações: “Além de ser o nome de uma cidade na Tanzânia, Zanzibar é essa palavra com uma sonoridade linda”, reflete a artista, iniciada na música como aluna dos cursos da Pro Arte, onde estudou dos 6 aos 21 anos.

Pedro Paulo Malta aqui

Para assistir à interpretação de “Assum preto” pelo conjunto vocal Zanzibar clique aqui

VÍDEO - Henry Bugalho: Bolsonaro e o ódio que nos une!

E DAÍ?!!! - YouTube

Neste vídeo Henry Bugalho discute:
ÉTICAS CONSEQUENCIALISTAS - teorias morais segundo as quais as ações são corretas ou incorretas em função das suas possíveis consequências ou resultados. Exemplo: romper uma promessa será correto ou incorreto, dependendo das consequências boas ou más que resultem da ação. O utilitarismo é a forma mais conhecida de consequencialismo.
ÉTICAS DEONTOLÓGICAS - teorias morais segundo as quais certas ações devem ou não devem ser realizadas, independentemente das consequências que resultem da sua realização ou não realização. As éticas deontológicas opõem-se ao consequencialismo porque consideram que existem atos que são corretos ou incorretos em si mesmos. Exemplo: romper uma promessa é sempre incorreto, independentemente das consequências boas ou más que possam resultar da ação.
Bugalho é formado em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná, com ênfase em estética. É pós-graduado em Literatura e História. Bugalho foi editor da revista SAMIZDAT e é um dos fundadores da Oficina Editora. Ele é autor do best-seller Guia Nova York Para Mãos-de-Vaca, no qual trabalhou junto com sua esposa, Denise Nappi. O guia contém dicas sobre museus, compras, alimentação e hospedagem a baixo custo. Este trabalho foi apresentado no jornal brasileiro O Globo. Além dos guias de viagem, Bugalho também escreve ficções, incluindo O Rei dos JudeusO Covil dos InocentesThe Parallel Life of Your Dog, entre outros. Antes de mudar-se para o exterior, atuava como professor de filosofia no Brasil. Bugalho mantém um canal no YouTube com cerca de 500.000 inscritos. O foco inicial do canal era fundar uma comunidade literária, porém, a partir das eleições de 2018, o filósofo assumiu postura crítica em relação ao governo do presidente brasileiro Jair Bolsonaro e ao ensaísta de direita Olavo de Carvalho. Como influenciador digital, ele costuma promover discussões políticas em seus vídeos, além de convidar outros influenciadores para interagir. Em janeiro de 2020, lançou o livro Meu Pai, o Guru do Presidente em parceria com Heloisa de Carvalho, filha de Olavo de Carvalho, obra esta onde Heloisa revela várias incoerências intelectuais de seu pai e do olavismo em si. Segundo Bugalho, houve tentativa de censura ao livro. De acordo com ele, o Ministério da Educação ameaçou uma editora que pretendia lançar o título, porém desistiu do lançamento devido às ameaças. Hackers ainda tentaram derrubar a página de vendas, além de invadir o correio eletrônico de um editor. O próprio Olavo, através de redes sociais, ameaçou processar sua filha, Heloisa. Bugalho sofreu ataques em suas redes sociais após a divulgação da obra. (WIKIPEDIA).
Para assistir à fala (20:49) de Henry Bugalho clique no vídeo aqui

EUA: algo se move no coração do sistema


Chances de derrotar Donald Trump, em novembro, nunca foram tão grandes. Mas as principais novidades são o avanço de candidaturas de esquerda e o surgimento de uma constelação de novas – e interessantíssimas – organizações pós-capitalistas. 
Para ler o texto de Antonio Martins clique aqui


Manifestante da marcha Roll4Justice no dia 4 de julho em Minneapolis, Minnesota, um protesto que criticou a comemoração da data.

Chomsky, Rushdie, Steinem e outros 150 intelectuais reivindicam o direito de discordar nos EUA

Autores e acadêmicos como Ian Buruma, Margaret Atwood, Mark Lilla e Martin Amis assinam uma carta contra a “intolerância” de certo ativismo progressista. 
Para ler o texto de Amanda Mars clique aqui

Fãs à espera da boy band de k-pop BTS no Today Show, no Rockefeller Plaza, em 21 de fevereiro de 2020, na cidade de Nova York.

Fãs de k-pop estão se envolvendo na política dos EUA. Afinal, são ativistas? 


À medida que os protestos nos Estados Unidos ganhavam destaque após o assassinato de George Floyd pela polícia de Minneapolis, fãs de música pop coreana, ou k-pop, chamaram a atenção após bloquearem um aplicativo lançado pelo Departamento de Polícia de Dallas chamado iWatch Dallas, que deveria ser um portal para enviar vídeos de manifestantes. Os fãs de k-pop encheram o aplicativo de “fancams”, vídeos de apresentações com um dos integrantes ou um conjunto inteiro de k-pop. Em poucas horas, o aplicativo foi desativado por “dificuldades técnicas”, segundo atribuiu o departamento de polícia. 
Para ler o texto de Miriam Elba clique aqui




HUMOR - VÍDEO: Adnet imita Olavo de Carvalho e Ciro Gomes e fica melhor (ou pior) que os originais

VÍDEO: Adnet imita Olavo de Carvalho e Ciro Gomes e fica melhor ...

Divirta-se durante 1:47 com estas imitações de Marcelo Adnet clicando no vídeo aqui

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