quinta-feira, 14 de novembro de 2019

"Fui jovem nas danças" - Casimiro de Brito

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Fui jovem nas danças

Fui jovem nas danças quando nos teus braços
respirei, no doce vazio que me deixava
entrar. E cantei. Não fales,
não digas nada se te resta algum segredo
na boca. Deixa-me ser triste,
a tristeza enrouquece-me e já não sei
se o amor é possível ou já caído.
Fui jovem nas danças.
Não digas nada, se acaso te resta
algum sabor nas bocas mais íntimas
do corpo. Deixa-me respirar
a flor efémera que nada sabe
do seu mistério.

Casimiro de Brito

O neurocirurgião negro que defende a saúde pública

Ivan Sant'Ana Dorio no Miguel Couto: "Aqui, as pessoas necessitam da


No seu cotidiano no Miguel Couto, Ivan Sant'Ana Dorio vai muito além do simples atendimento médico; envolve-se com os pacientes, numa dedicação impressionante.
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Bolívia: Como derrubaram Evo?

Evo Morales foi afastado por um golpe "cívico-policial"

Um movimento que começou com a exigência de uma segunda volta a seguir às polêmicas e confusas eleições de 20 de outubro, acabou com o chefe das Forças Armadas “sugerindo” a renúncia do presidente. 
Para ler o texto de Pablo Stefanoni e Fernando Molina clique aqui

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Leia "Bolívia: golpe militar ou rebelião popular?" de José Antonio Crespo clicando aqui

Leia "Na Bolívia, direita religiosa entrou nos protestos de forma oportunista, diz pesquisadora" Entrevista de Sue Iamamoto clicando aqui

Leia "Golpe contrarrevolucionário para derrubar Evo Morales utilizou métodos de guerra civil" de Valerio Arcary clicando aqui

Leia "Quem são as figuras que deram o golpe de Estado na Bolívia" de Victor Farinelli clicando aqui

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Leia "De Judith Butler a Giorgio Agamben: 700 intelectuais enviam carta ao Secretário Geral da ONU, para que ele atue contra a violência de Estado no Chile" clicando aqui

Leia "O Chile Rebelde quer ir além" de Paul Walder clicando aqui

Leia "América Latina: Povo sem pernas, mas que caminha" de Luis Felipe Machado de Genaro clicando aqui

Leia "Qual o interesse internacional na segurança da América Latina" de Ana Maura Tomesani clicando aqui

Leia "O complexo drama da mídia e da democracia no século 21" de Filipe Campante clicando aqui

Leia "Lições do anarquismo" de Felipe Corrêa clicando aqui

Leia "Dialética do Coaching" de Jean Pierre Chauvin clicando aqui

Patricia Marx & Seu Jorge - "Espelhos d'Água"

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Para assistir à interpretação de "Espelhos d'Água" nas vozes de Patricia Marx & Seu Jorge clique no vídeo aqui

É preciso levar a catástrofe climática do intelecto para o coração

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Jonathan Safran Foer ficou famoso com o seu romance "Tudo se ilumina". Homem de reflexões profundas, nada banal, que tenta trazer à vida a atitude correta diante das grandes demandas de nosso tempo, escreveu dois ensaios: "Comer animais" e "Podemos salvar el mundo antes de cenar" (Seix Barral). No primeiro, questiona a crueldade da nossa sociedade. No segundo, como enfrentamos a mudança climática, a maior crise da humanidade. Diz que devemos trazer para a nossa vida a crise planetária alojada em nossa cabeça, como uma ameaça apocalíptica, e agir substituindo produtos de origem animal por outras alternativas, a única maneira pragmática de reverter a mudança climática. Também diz muito mais coisas sobre nós, expondo suas próprias contradições.
Para ler a entrevista de Jonathan Safran Foer clique aqui


Como Scorsese tira o glamour dos gângsters em seu novo filme

robert de niro

Em ‘O Irlandês’, o matador vivido por Robert de Niro tem de lidar com as consequências e incômodos de um passado violento. 
Para ler o texto de Camilo Rocha clique aqui



Karim Aïnouz: 'As mulheres conquistaram muito. Quem não mudou foram os homens'

Diretor Karim Aïnouz em entrevista à CartaCapital (Foto: Reprodução/Ravi Santana - CartaCapital)

Diretor de ‘A Vida Invisível’, que pleiteia vaga no Oscar 2020, fala sobre o comum entre as personagens e gerações de mulheres silenciadas. 

Para assistir à fala de Karim Aïnouz clique no vídeo aqui


Cinema: Entre a cruz e o maracatu rural


Em Azougue Nazaré, espiritualidades em conflito: dionisíacos caboclos de lança e neopentecostais gris. Transcende a elegia folclórica e, em meio a intolerância religiosa, mostra o potente encontro entre o documental e o fantástico. 
Para ler o texto de José Geraldo Couto clique aqui

Adam

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Ainda que seu título seja o nome do primeiro homem na tradição judaico-cristã-muçulmana, é uma história de mulheres, da qual os homens estão virtualmente ausentes. Samia (Nisrin Erradi), uma jovem em estado avançado de gravidez, percorre as ruas tortuosas e estreitas de Casablanca à procura de trabalho e abrigo. Todas as portas se fecham para ela, menos uma: a da padeira viúva Abla (Lubna Azabal), que vive com a filha Warda (Douae Belkhaouda), de oito anos.
Para ler o texto de José Geraldo Couto clique aqui



Nós, eles, porquê? (a propósito de Paulo Faria)

O rosto que falta | Fotografia do arquivo privado de Paulo Faria (cortesia de Paulo Faria)

“O rosto que falta” é um pungente texto sobre a guerra, mas sobretudo sobre a titularidade da experiência das situações traumáticas ligadas ao conflito armado, e nomeadamente ao fim do colonialismo português em África.
Para ler o texto de Felipe Cammaert clique aqui


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