segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

"Se duvidas que teu corpo..." - António Botto

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Se duvidas que teu corpo

Se duvidas que teu corpo
Possa estremecer comigo –
E sentir
O mesmo amplexo carnal,
– desnuda-o inteiramente,
Deixa-o cair nos meus braços,
E não me fales,
Não digas seja o que for,
Porque o silêncio das almas
Dá mais liberdade
às coisas do amor.

Se o que vês no meu olhar
Ainda é pouco
Para te dar a certeza
Deste desejo sentido,
Pede-me a vida,
Leva-me tudo que eu tenha –
Se tanto for necessário
Para ser compreendido.

António Botto

A ciência não nos salvará de nós mesmos


A ideia de que a ciência é suficiente para resolver os problemas do mundo é errada e nos leva a não mudarmos nossas atitudes incoerentes e insustentáveis. 
Para ler o texto de Thiago França clique aqui


Os deslizamentos da linguagem revelam o que se quer esconder 

O maio de 1968 francês foi um marco para a cultura ocidental. Um protagonismo da juventude que se dava a ver também em outros territórios. Esses movimentos sugerem um ponto de encontro entre a micropolítica e a macropolítica. Ao mesmo tempo em que foram precursores de temas que, hoje, estão na ordem do discurso – as políticas de gênero, as liberdades individuais -, apontam também para certo culto das aparências que caracteriza a sociedade contemporânea. 
Para ler o texto de Pedro Varoni clique aqui


O jornalismo digital está virando um quebra-cabeças editorial 

A maioria dos jornalistas e executivos da imprensa contemporânea tem uma grande dificuldade em entender o jornalismo digital como um desafiador e complexo quebra-cabeças. Ainda é muito forte a cultura profissional baseada num jornalismo linear e sequencial. Até muito recentemente, os profissionais só se preocupavam com o veículo onde trabalhavam. Cada empresa fazia questão de atuar de forma autônoma e autossuficiente em matéria noticiosa. Isso era consequência de uma tecnologia ultrapassada que impedia a diversificação dos formatos possíveis na apresentação das informações. 
Para ler o texto de Carlos Castilho clique aqui

'Somos cada vez menos felizes e produtivos porque estamos viciados na tecnologia'

Getty Images

A jornalista espanhola Marta Peirano escreveu um livro sobre como as novas tecnologias nos viciam, 'sugam' outros prazeres da vida e, ao mesmo tempo, são uma poderosa arma de informação e controle para empresas e governos. "Há um usuário novo, uma notícia nova, um novo recurso. Alguém fez algo, publicou algo, enviou uma foto de algo, rotulou algo. Você tem cinco mensagens, vinte curtidas, doze comentários, oito retweets. (...) As pessoas que você segue seguem esta conta, estão falando sobre este tópico, lendo este livro, assistindo a este vídeo, usando este boné, comendo esta tigela de iogurte com mirtilos, bebendo este drinque, cantando esta música.". 
Para ler sua entrevista clique aqui

Caetano Veloso e Maria Gadú - "Trem Das Onze"

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Para assistir à interpretação de "Trem Das Onze" nas vozes de Caetano Veloso e Maria Gadú clique no vídeo aqui

"Não ser submissa exige um combate constante e exaustivo"

Manon Garcia na casa de sua mãe em Paris em 9 de janeiro.

Filósofa francesa Manon Garcia é herdeira do existencialismo de Simone de Beauvoir e aborda um tabu do feminismo: a submissão. 
Para ler sua entrevista clique aqui


Soberania intelectual

Map Series | 2019 | Ana Mendes (cortesia da artista)

Descolonização é um processo de desconstrução de conhecimentos, de uma epistemologia maioritariamente europeia que sempre teve uma vocação universalista, existente tanto na Academia como no espaço público, que implica não só os africanos que vivem em África e os que constituem as diásporas, como também os europeus que vivem na Europa ou são imigrantes em países ex-colonizados.
Para ler o texto de António Pinto Ribeiro clique aqui


Brilhante ou aterradora? Assim é a cidade do futuro que o Google está construindo em Toronto


A área terá inovações em urbanismo, mas seus críticos denunciam que a empresa quer dirigir uma cidade sem passar pelas urnas, e os residentes desconfiam do sistema de monitoramento. 
Para ler o texto de Victoria Zárate clique aqui



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