domingo, 9 de agosto de 2020

Maria Teresa Horta: "Um outro tanto"

Ecos de Poesia e Literatura : Março 2017


Um outro tanto

Não sei como consigo
amar-te tanto
se querer-te assim na minha fantasia

é amar-te em mim
e não saber já quando
de querer-te mais eu vou morrer um dia

perseguir a paixão até ao fim é pouco
exijo tudo até perder-me
enquanto, e de um jeito tal que desconhecia

poder amar-te ainda
um outro tanto

Maria Teresa Horta

As dicas do médico Lair Ribeiro, defensor da ozonioterapia e da cloroquina, são um risco à saúde pública

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Sou familiarizado com o conteúdo produzido por ele: boa parte dos meus familiares segue suas dicas – e um deles teve um infarto por causa delas. 
Para ler o texto de João Filho clique aqui

Leia "Negacionismo à brasileira: "Se não morri, Bolsonaro tem razão" de Chico Alves clicando aqui

Leia "Renato Janine Ribeiro - O inferno é o limite" de Renato Janine Ribeiro clicando aqui

Leia "Um Nuremberg para Bolsonaro" de Marcio Sotelo Felippe clicando aqui

Leia "A cloroquina e a fé do rebanho" de Wilson Gomes clicando aqui

Leia "Negacionismo de Bolsonaro diante da pandemia tem método e pode garantir sua sobrevivência política" de Oliver Stuenkel clicando aqui

Leia "Luto coletivo, a dor que o Brasil não consegue viver" de Marina Rossi clicando aqui

Leia "A Globo admite a inocência de Lula. E agora?" de Roberto Bueno clicando aqui

Leia "Fake news se resolve com leis?" de Wilson Gomes clicando aqui

Leia "Uma dominação a ser combatida" de Laura Astrolabio clicando aqui

Leia "O colapso de um modelo de gestão" de Silvio Caccia Bava clicando aqui

Leia "O fascismo e a língua" de Paulo Procopio Ferraz clicando aqui

Leia "Coordenadas para o debate racial negro: carta a Pablo Polese" de  Wandersen Chaves clicando aqui

Leia "A beleza negra como instrumento político de transformação social" de  Bianca Assis Oliveira de Paula clicando aqui

Leia ""Minha poesia, meu corpo e minha sombra procuram 'um modo de sobreviver ao real'"" de Tarso de Melo clicando aqui

A angústia dos sábios II

(Arte Carta Maior)

Será que vivemos de fato o fim das grandes narrativas ideológicas, a hora da desautorização generalizada? A hora do desencanto ideológico já não vinha há algum tempo sendo aguardada? A hora do desencanto ideológico já não está há algum tempo em contagem regressiva? Zizek em sua extensa obra recusou a tese de que hoje em dia teríamos “desmamado” da ideologia mesmo sob o juízo crítico do pensamento pós-moderno. 
Para ler o texto de Ivanisa Teitelroit Martins clique aqui


Escrita disciplinar - Michel Foucault

foucault e as relações entre saber e poder

A escrita disciplinar funciona como mecanismo de maximização do valor do registro, de maneira que o recolhimento de dados evolutivos sobre o mesmo indivíduo e a comparação entre diferentes indivíduos para facilitar o estabelecimento de uma gestão de população se torna uma objetivo alcançável. 
Para ler o texto de Vinicius Siqueira clique aqui

Pedro Capó, Alicia Keys, Farruko - "Calma"

Pedro Capó, Alicia Keys, Farruko - Calma (Alicia Remix - Official ...

Para assistir à interpretação de  "Calma" nas vozes de Pedro Capó, Alicia Keys, Farruko clique no vídeo aqui

HUMOR - Vida de pai & Filho bonito

VIDA DE PAI - YouTube

Por ocasião do Dia dos Pais, que hoje se comemora, divirta-se clicando nos vídeos aqui e aqui


MOÇAMBIQUE - Memória cultural e o espaço (re)imaginado em Hóspedes da Noite (2007), de Licínio Azevedo

Licínio Azevedo
O ESPÍRITO DO LUGAR: LICÍNIO DE AZEVEDO, CINEASTA DE MOÇAMBIQUE ...

O cinema desempenha um papel ativo na formação da nossa compreensão do passado e na definição da agenda para futuros atos de lembrança no seio da sociedade, dado que constitui um meio de memória cultural e visual sobre os países e os espaços e períodos representados. O Grande Hotel da Beira, símbolo de luxo no período colonial, é-nos apresentado, em Hóspedes da noite, por dois ex-funcionários que relembram a sua grandiosidade, enquanto em simultâneo ouvimos os testemunhos dos novos donos que ocupam este espaço, e que reacendem a memória das deslocações forçadas e dos impactos da Guerra Civil em Moçambique. As memórias do período colonial, mesmo não sendo evocadas (não há qualquer referência ao período colonial), assomam na imagem como a emanação fantasmagórica que inscreve o então presente e eiva o futuro - e, neste sentido, revela-se fundamental para os autores uma proposta de reflexão sobre as disputas humanas pela sobrevivência. 
Para ler o texto de Tiago Vieira e Isabel Macedo clique aqui

LIVRO - Movimientos sociales en el siglo XXI : perspectivas y herramientas analíticas /Geoffrey Pleyers

CLACSO - Libros

Movimientos sociales en el siglo XXI es un libro importante y una lectura vivamente recomendada por varias razones. Su autor es un destacado representante de una nueva generación de científicos sociales que apuestan a romper con los paradigmas convencionales de la sociología de los movimientos sociales y proponer nuevas e innovadoras perspectivas analíticas, más adecuadas para dar cuenta de la enorme diversidad cultural, organizacional y política de los procesos colectivos de resistencias y de luchas de las últimas dos o tres décadas. 
Para ter acesso ao conteúdo integral do livro (232 págs.) clique aqui

LIVRO Movimientos sociales en America Latina : perspectivas, tendencias y casos / Paul Almeida ... [et al.] 

Novedad editorial: Movimientos sociales... - Clacso - Consejo ...

En América Latina, en los últimos 25 años, se ha presenciado un renovado auge de la movilización popular. El in de los gobiernos militares, y de los conlictos violentos de la década del 80, dio paso a nuevas luchas y a un clima relativamente más democrático. Desde el norte de México al sur de Argentina, los movimientos sociales en los años 90 y, especialmente en los 2000, han alcanzado nuevos picos de participación popular. 
Para ter acesso ao conteúdo integral do livro (690 págs.) clique  aqui

LIVRO - El sentido de lo común, pensamiento latinoamericano / Ramón Torres Galarza 

CLACSO - Libros

El más poderoso imperio de la cultura del capital sobre los sentidos, es el “sentido común”. Su desarrollo ha logrado internalizarse de manera profunda, individual y colectivamente. Constituye el factor que nos identifica en nuestras relaciones sociales, los valores, costumbres, modos de ser y pensar que están determinados hegemónicamente por aquella forma de mirar las cosas y los hechos desde el “sentido común”.
Para ter acesso ao conteúdo integral do livro (294 págs.) clique aqui

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