quarta-feira, 21 de agosto de 2019

"Poema para o fim de semana: o amor aos sessenta" - Alberto da Costa e Silva

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Poema para o fim de semana: o amor aos sessenta

Isto que é o amor (como se o amor não fosse
esperar o relâmpago clarear o degredo):
ir-se por tempo abaixo como grama em colina,
preso a cada torrão de minuto e desejo.
Ser contigo, não sendo como as fases da lua,
como os ciclos de chuva ou a alternância dos ventos,
mas como numa rosa as pétalas fechadas,
como os olhos e as pálpebras ou a sombra dos remos
contra o casco do barco que se vai, sem avanço
e sem pressa de ausência, entre o mito e o beijo.
Ser assim quase eterno como o sonho e a roda
que se fecha no espaço deste sol às estrelas
e amar-te, sabendo que a velhice descobre
a mais bela beleza no teu rosto de jovem.

Alberto da Costa e Silva

Entrevista: 'Precisamos escolher quais contas a gente paga e quais a gente atrasa', diz reitora da UFSB, a federal mais atingida pelos cortes de Bolsonaro


Faz 29 graus em Itabuna, no sul da Bahia. Joana Angélica Guimarães da Luz, 61 anos, se dirige diariamente ao km 39 da BR 415, a Rodovia Ilhéus – Vitória da Conquista. Ali, num prédio antigo alugado na Vila de Ferradas, bairro pobre na periferia de Itabuna, fica a reitoria da Universidade Federal do Sul da Bahia, a federal que mais perdeu dinheiro com os cortes do Ministério da Educação.
Segundo a Andifes, a Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior, o orçamento da UFSB em 2019 caiu para menos da metade: o valor inicial de R$ 31,5 milhões foi para R$ 14,5 milhões. O primeiro efeito do corte é sentido pelo corpo: apesar do inverno quente, em que a temperatura chega a 27 graus, a ordem é deixar o ar-condicionado desligado em todas as unidades. Nos últimos dias, me disse a reitora, eles tiveram “sorte”: choveu e ao calor deu uma trégua. 
Para ler a entrevista de Joana Angélica Guimarães da Luz clique aqui
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A emergência climática é a questão política central da nossa época

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 emergência climática “já é, e vai se tornar ainda mais nos próximos anos, a questão política central de nossa época”, diz o sociólogo Michael Löwy à IHU On-Line. Defensor do ecossocialismo, um “modelo de civilização baseado na justiça social, na igualdade, na democracia, na solidariedade e no respeito por nossa Casa Comum”, ele explica por que a catástrofe ambiental ainda não está no centro das políticas das esquerdas. “Durante muito tempo, em particular no decorrer do século XX, a esquerda apostava no ‘desenvolvimento das forças produtivas’, no produtivismo e no consumismo, considerando a questão ecológica como um detalhe, ou um assunto ‘pequeno-burguês’”. Segundo ele, “na medida em que, no século XXI, o debate climático se torna decisivo, há uma evolução positiva, ainda que parcial e desigual” desta preocupação entre os partidos progressistas
Para ler a entrevista de Michael Löwy clique aqui

Tiago Iorc - "Chega pra cá"

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Para assistir à interpretação de "Chega pra cá"  na voz de Tiago Iorc clique no vídeo aqui

Enquanto se formam memórias visuais, ocorre um "fogo-de-artifício" no cérebro

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Estudo em pessoas com epilepsia mostra que tanto quando se formam memórias visuais como quando nos lembramos delas se geram rápidas “explosões” no cérebro. 
Para ler o texto completo de Teresa Sofia Serafim clique aqui

O dia em que Frantz Fanon encontrou um "marxista puro" - ensaio contra o teoricismo


A questão para o revolucionário é que o direcionamento estratégico, revolucionário, antiburguês, não pode ser uma afirmação bizantina de princípios, mas deve se materializar numa dimensão prático-efetiva em cada momento da luta revolucionária. 
Para ler o texto completo de Jones Manoel clique aqui

Fogo e Vida

espiral que Frank Lloyd Wright projetou para o Guggenheim

A formulação crítica que aqui proponho nasce em francês porque provem do jogo do termo de Didi-Huberman (soulevement) e do entendimento de Butler do por vir (la venir) derridiano e do acontecimento (evénement) de Alain Badiou.
Para ler o texto completo de  Allende Renck clique aqui

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