segunda-feira, 22 de julho de 2019

"Pétalas" - Maria Teresa Horta

Imagem relacionada


Pétalas

As pétalas do corpo
       são aquelas

Feitas com o cintilante
  voo

Do delírio das rosas

Das pedras preciosas


Maria Teresa Horta

O governo obsceno que não entende de cinema


Bolsonaro ameaça extinguir Agência Nacional do Cinema, caso continue financiando conteúdo que julgue “impróprio” à família brasileira. Produtores expressam indignação: nem na ditadura militar houve tamanha afronta à liberdade. 
Para ler o texto completo de João Soares clique aqui

Leia "Senhor Presidente: a boa ciência sempre prevalece" carta a Jair Bolsonaro de 56 cientistas clicando aqui

Leia "Direita cristã é o novo ator e líder do neoconservadorismo no Paísde  André Barrocal clicando aqui

Leia "Desmatamento: Bolsonaro não combate a doença e culpa termômetro pela febrede Leonardo Sakamoto clicando aqui

Leia "Slogan da Embratur pede amor, mas quando gringos olham o Brasil vêem ódiode Nina Lemos clicando aqui

Leia "Para compreender a "Améfrica" e o "pretuguês"de Lélia Gonzalez clicando aqui

Leia "Trabalho: a uberização esconde os acidentesde Rute Pina clicando aqui

Leia "Sugestão ao Itamaraty: cursos de culinária para futuros embaixadoresde Mino Carta clicando aqui

Leia "Flávio Dino explica o sucesso da educação pública maranhense: "Investimento público"clicando aqui

Leia "Pensamento descolonial e práticas acadêmicas dissidentes" clicando aqui


Inteligência Artificial, potência e terror


Três expoentes do pensamento conservador revelam, num artigo provocador, seus temores diante da era em que as máquinas poderão pensar por nós. Suas principais preocupações: guerra nuclear e caos nas relações e contatos humanos. 
Para ler o texto completo de Antonio Martins clique aqui

Leia "Entenda por que a internet está se desintegrando" de Sally Adee clicando aqui

Leia "A era dos eleitores cínicos" de Slawomir Sierakowski clicando aqui

Leia "Um mar agitado para Maurício Macri" de Gabriel Bonis clicando aqui

Leia "O sofisticado descolonialismo de Roberto Retamar" de Boaventura de Sousa Santos clicando aqui

Leia "Idade Média e Cinema" clicando aqui


Cacá Magalhães, a cantora-fenômeno de 13 anos


Anote esse nome: Cacá Magalhães. A voz dessa baiana de 13 anos ainda tem um gosto musical de tirar o chapéu. E a garota é talento puro. Sem músicos na família – ela é a filha mais nova da advogada Izabel Magalhães e do empresário João Mauro Nascimento -, a cantora foi “descoberta” aos quatro anos pela irmã Maria Júlia, que a viu batucar e cantar pela casa, o suficiente para que percebesse o talento nato da menina para a música. “Gosto de dizer que a música veio de dentro de mim”, conta Cacá. E não deu outra! Aos 10 anos, a pequena cantora já participava de seu primeiro projeto profissional ao lado da banda Terráquea, formada por músicos mais velhos e que usa diversos estilos musicais, além de adicionar batidas africanas para dar personalidade única ao som. Hoje, ela aproveita a experiência dos outros integrantes do grupo para aperfeiçoar o talento e aprender a tocar instrumentos. Desde o início, Cacá impressionou a todos e já é um nome conhecido na Bahia. Fã de Nina Simone, Aretha Franklin, Amy Winehouse, Novos Baianos, Daniela Mercury e mais, ela tem tudo para ser o novo nome da MPB.
Para conferir o talento de Cacá Magalhães assista a duas interpretações
Feelin’good” clicando aqui e
A spell on you” clicando aqui

Agnes Heller. Um símbolo de oposição ao sistema antidemocrático de Viktor Orbán

Resultado de imagem para Agnes Heller. Um símbolo de oposição ao sistema antidemocrático de Viktor Orbán

Com a morte de Ágnes Heller desaparece uma das intérpretes mais autorizadas da crítica do sistema de Viktor Orbán. Brio e vivacidade intelectual fizeram dela um ponto de referência nos ambientes ativos, na Hungria, na difícil obra de resistência à involução antidemocrática que o país vem experimentando desde 2010. Sempre disponível e pronta para fornecer sua análise dos males que hoje afligem não apenas seu país, mas toda a EuropaHeller nos deixa um patrimônio notável em termos de produção intelectual. Um legado de testemunhos escritos e orais emitidos, estes últimos, nas numerosas aulas acadêmicas e palestras que a filósofa realizou por um longo tempo em vários países, entre eles, muitas vezes, a Itália.
Para ler o texto completo de Massimo Congiu clique aqui
Leia a entrevista "Agnes Heller: "1968 nos ensinou a investigar a modernidade" clicando aqui

Morrerão de velhos no Restelo

Imagem relacionada

Porquê tanta excitação? Porque anos de luta invisibilizada estão a dar frutos sob a forma de propostas concretas para ultrapassar a constituição colonial que ainda nos rege. 
Para ler o texto completo de Miguel Vale de Almeida clique aqui

Porque não voltamos à Lua há meio século?

Neil Armstrong na Lua junto da Apolo 11 – foto da NASA

A razão pela qual há 50 anos se chegou à Lua não foi o avanço desinteressado da ciência”, afirma Miquel Sureda Anfres, investigador na Universidade Politécnica da Catalunha, que explica brevemente neste texto a corrida espacial nos anos 50 e 60, até 1969. 
Para lê-lo clique aqui

  © Blogger template 'Solitude' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP