sexta-feira, 25 de abril de 2014

PORNOGRAFIA ONLINE: O sexo como ele (não) é

Na era “analógica”, eram os papos entre amigos, os parcos e entrecortados conselhos dos pais e, principalmente, a prática – sempre repleta de muitas tentativas e muitos erros. Na era digital, são os filmes pornográficos. Numa sociedade cuja educação sexual é falha, cercada de tabus, a internet de alta velocidade inundou computadores, tablets e smartphones de adolescentes e jovens com uma quantidade sem precedentes de filmes de conteúdo explícito, tornando as distorções, os estereótipos e a performance espetacularizada dessas obras, muitas vezes, a referência principal de quem está começando a vida sexual.
A objetificação da mulher, a supremacia do contato genital sobre as trocas afetivas e o raro uso de camisinha são características dos filmes pornô que se reproduzem na vida real, atestam especialistas.
A publicitária e empresária inglesa Cindy Gallop, de 54 anos, foi das primeiras “autoridades” no tema a observar o fenômeno global. Criadora de um site (makelovenotporn.tv) de vídeos e textos com um contraponto “mais humano” à robótica pornografia tradicional, ela diz ter notado um crescente comportamento sexual caricato nos homens com quem sai, a maioria na casa dos “vinte e poucos anos”. “O que eu estava encontrando eram as ramificações da onipresença do pornô hardcore na nossa cultura”, lembra essa filha de pai britânico e mãe chinesa, criada em Brunei e, hoje, moradora de Nova York.
Para ler o texto completo de Carlos Alberto Teixeira e Bolivar Torres clique aqui

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